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Segunda maior produtora de energia renovável em Portugal e a sexta maior operadora eólica da Península Ibérica, aos 24 anos a Finerge continua a apostar na expansão. E acaba de garantir os meios para comprar novos parques solares em Portugal e Espanha, reforçando assim a sua posição no mercado.
A ronda de financiamento hoje anunciada pela empresa foi conseguida junto dos bancos Santander, MUFG, BBVA e Bankinter, num total combinado próximo dos 150 milhões de euros e pretende responder à estratégia de impulsionar o crescimento mediante a aquisição de parques nos dois países.
"O financiamento que acabámos de garantir permite-nos robustecer a nossa estrutura financeira, prosseguindo o rumo na aquisição de centrais de energias renováveis", afirma o CEO, Pedro Norton.
Neste ano, a Finerge comprou já dez parques solares em Portugal - quatro em março e os últimos seis em setembro -, totalizando uma capacidade instalada de 47,6 MW no país, em energia solar. Da mesma forma, no final do ano passado, a empresa já tinha adquirido seis centrais fotovoltaicas em Espanha, num total de 8,1 MW de capacidade instalada.
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Para Norton, este aval da banca é "um sinal claro da confiança que o sistema bancário tem na Finerge, bem como uma aposta clara deste setor no investimento em energias limpas, em prol da sustentabilidade e das gerações futuras".
Empregando direta e indiretamente 200 pessoas e com experiência nos vários níveis da cadeia de valor, desde a fase de conceção e desenvolvimento de projeto, passando pela construção até à exploração de centrais, a Finerfe conta hoje com 659 aerogeradores instalados nas 53 centrais eólicas que explora e 16 centrais solares fotovoltaicas, em Portugal e Espanha, somando assim uma capacidade instalada de 1339 MW, produzindo cerca de 3200 GWh por ano. O que evita a emissão de 1801 kton de CO2.
"A Finerge continua a implementar o seu plano de crescimento ambicioso, no qual a gestão de risco aconselha que a expansão se faça de forma sustentada e diversificada, quer em termos geográficos quer em termos tecnológicos", explica Pedro Norton para quem é essencial continuar a investir, "numa altura em que a economia precisa especialmente de empresas dispostas a fazê-lo, pensando no futuro".
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