FlixBus volta na sexta a Portugal após dois meses de paragem

Empresa de mobilidade retoma atividade apenas com rota em Portugal porque fronteiras nacionais estão fechadas até 15 de junho, pelo menos

A plataforma alemã de transportes FlixBus regressa esta sexta ao mercado português. Para já, apenas com uma rota, a empresa vai retomar a atividade depois de mais de dois meses de paragem, à conta do novo coronavírus e do fecho das fronteiras nacionais, desde a noite de 15 de março e que irá vigorar até 15 de junho, pelo menos.

A partir do dia 22, será operada uma rota entre Lisboa e Guimarães, com paragens incluídos no Porto, em Aveiro e na Figueira da Foz. Esta viagem é operada pela Giromundo, parceiro português da FlixBus.

"A operação será retomada de forma gradual, com processos simplificados, em resposta às necessidades dos portugueses no transporte de longa distância", refere Pablo Pastega, diretor-geral da FlixBus em Portugal e Espanha, citado em nota de imprensa.

Para já, os autocarros irão circular com lotação limitada a dois terços da capacidade, embora a empresa espere que esta medida "seja levantada em breve".

Novas regras

A empresa garante ainda que reforçou a limpeza dos veículos e aumentou as medidas de proteção junto dos trabalhadores.

Os passageiros terão de utilizar máscaras de proteção dentro dos autocarros e o embarque passa a ser feito pela porta traseira, onde será disponibilizado desinfetante. As casas de banho estarão fechadas, o que levará a "paragens adicionais" durante a viagem. Também não haverá venda a borda de bebida e de comida.

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Os motoristas da FlixBus vão estar equipados com máscaras e luvas, incluídos dentro de um kit de proteção sanitária.

Os autocarros serão limpos depois de cada viagem.

Investimento em Portugal

Apesar dos mais de dois meses de paragem, a FlixBus garante que vai manter o plano de investimento numa rede de autocarros expresso em todo o país e que faça concorrência à Rede Expressos. A concretização desse investimento continua a depender de autorização das autoridades nacionais.

"A FlixBus quer manter o compromisso de reforçar o investimento em Portugal, a nível económico e de recursos, mas estamos a aguardar que vários pedidos de autorização para novas linhas sejam aprovados pelas autoridades de transporte portuguesas desde janeiro”, nota Pablo Pastega.

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