Arte

Cortiça portuguesa na Bienal de Veneza

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Corticeira Amorim em parceria com Leonor Antunes, que representa Portugal na 58ª edição da Exposição Internacional de Arte, e com o designer espanhol Nacho Carbonell

A cortiça portuguesa marca presença na Bienal de Veneza. Leonor Antunes criou um piso de cortiça com desenhos de Carlo Scarpa para o Palazzo Giustinian Lolin, onde está instalado o Pavilhão de Portugal na 58ª edição da bienal, que decorre até 24 de novembro, e Nacho Carbonell, designer espanhol, apresenta a instalação Inside a Forest Cloud Chandlier no Ca’ d’Oro, um dos mais destacados e concorridos palácios do Grand Canal. Recorre a granulado projetade de cortiça para criar texturas no topo das diversas árvores que compõem esta floresta de luz.

“A cortiça enquanto matéria-prima tem sido trabalhada por artistas de forma muito interessante, sob várias vertentes. Cativados pelas suas características enquanto matéria natural, renovável e sustentável, designers e arquitetos expressam a partir dela a sua criatividade, desde conceitos visuais que remetem à natureza – como é o caso de “Inside a Forest Cloud” de Nacho Carbonell, ou que sustentam o resultado de reflexões artísticas – como é o caso de “a seam, a surface, a hinge, or a knot” de Leonor Antunes. É uma honra poder colaborar em iniciativas desta relevância e notoriedade”, destaca a administradora da Corticeira Amorim, Cristina Amorim, em comunicado.

A 58ª edição da Exposição Internacional de Arte – La Biennale di Venezia tem como lema May You Live In Interesting Timese curadoria de Ralph Rugoff, diretor da Hayward Gallery de Londres. Na visão do curador, May You Live In Interesting Times “tem como objetivo dar as boas-vindas ao público para uma experiência expansiva de profundo envolvimento, assimilação e aprendizagem criativa que a arte nos proporciona”, pois “talvez a arte possa oferecer orientações que nos ajudem a viver e pensar nesses ‘tempos interessantes'”.

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