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Estas palavras nasceram como marcas, mas hoje estão no dicionário

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Uma petição exige que a Google perca os direitos sobre o nome que ficou associado a um ato de pesquisa online. Casos como este não são inéditos.

Chegou, ao Supremo Tribunal norte-americano, uma petição a exigir que o termo ‘google’ deixe de pertencer à empresa homónima (que faz parte da Alphabet) para passar a ser do domínio público.

A exigência surge na sequência de hábitos que se foram criando em torno da maior plataforma de pesquisa mundial, que passou a servir de verbo para as pessoas que, quando querem sugerir a outras que “procurem na internet”, passam a dizer “google it” (“googla”, em tradução livre). Esse ‘verbo’ já consta dos dicionários Merriam-Webster ou Oxford English.

Devem as marcas, em casos como este, perder os direitos sobre a palavra? Antes da Google, muitas outras, como trampolim, gillette ou ping-pong foram, em tempos, marcas, mas a dimensão do sucesso fizeram delas simples termos genéricos, utilizados em todo o mundo e, algumas delas, apenas de forma metafórica.

Confira alguns exemplos na galeria acima.

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