Imobiliário

Housers chega ao Porto para apoiar projeto de 54 apartamentos

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Plataforma colaborativa de imobiliário avança para novo modelo de financiamento e para uma nova cidade portuguesa

A Housers vai chegar ao Porto. Depois de três projetos em Lisboa, a plataforma de investimento colaborativo em imobiliário dá hoje um novo salto em Portugal. E, desta vez, com um projeto diferente que promete rentabilidades mais elevadas.

Chama-se ‘taxa fixa’ e não é mais do que a contribuição de várias pessoas para o financiamento de um projeto que ainda está para nascer. Isto é, “em vez de a angariação de investimento se focar na compra de um imóvel, a ideia é obter um financiamento alternativo para os promotores. Dar aquele empurrão inicial aos promotores numa fase em que, por exemplo, ainda não conseguem pedir um crédito bancário”, conta ao Dinheiro Vivo, João Távora, responsável pela Housers em Portugal.

Para este projeto, a Housers propõe-se a encontrar financiamento para apoiar o grupo espanhol Aransa que está a desenvolver um projeto imobiliário de 54 apartamentos, no centro do Porto.

Conheça o novo projeto

O plano passa por obter 430 mil euros de financiamento, com um retorno mensal de 8% (o juro acordado para este projeto). O horizonte temporal do projeto são doze meses e, no final deste período, o capital inicial é devolvido ao investidor.

As taxas de juro da modalidade de taxa fixa são superiores àquelas que os modelos de ‘investimento’ ou ‘poupança’, lançados em Lisboa, prometem. “Há um pouco mais de risco e por isso maior rentabilidade”, diz João Távora, lembrando, que neste modelo “apesar de não existir o imóvel como colateral, sai-se antes de a obra terminar”, o que aumenta a segurança do investimento.

Fora este projeto inicial, a Housers tem ativos em Espanha dois financiamentos a ‘taxa fixa’, um em Marbella (com retorno de 8,5%) e outro em Valência (10%).

“Achei que seria interessante explorar esta possibilidade no Porto”, lembra João Távora, que lembra a “enorme procura imobiliária” que a cidade Invicta está a receber. “O Porto está a passar por aquilo que Lisboa já passou há ano e meio. São cidades com muito potencial. Escolhemos esta opção por uma questão de oportunidade, mas estamos a estudar outras possibilidades”.

Entre os projetos que a Housers avalia está, por exemplo, a criação de um novo modelo de financiamento que é uma espécie de prolongamento da taxa fixa mas, em vez do empréstimo por um período entre 12 e 36 meses, vai até ao fim do projeto. A nascer será inédito na plataforma que chegou a Portugal em outubro do ano passado.

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