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Insider. Os restaurantes ‘premium’ do TheFork

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É possível reservar mesa em 173 restaurantes como o Alma e Tasca da Esquina, em Lisboa, e o Casa de Chá da Boa Nova e Paparico, no Porto.

Não basta serem bons, têm de ser os melhores entre os melhores. A plataforma de reservas online TheFork lançou nesta quarta-feira o Insider, uma seleção dos restaurantes recomendados pelos utilizadores de paladares mais exigentes. A ideia foi importada de outros países europeus e, por enquanto, a versão portuguesa reúne mais de 170 estabelecimentos.

O Alma, Tasca da Esquina e Feitoria, em Lisboa, ou a Casa de Chá da Boa Nova, Paparico e The Yeatman, no Porto, são alguns dos restaurantes nesta seleção. Para além disto, foi criada a POP, uma secção onde o utilizador pode consultar, na aplicação e website, os estabelecimentos com descontos de 30 a 50% e que podem ou não estar incluídos na categoria “As Melhores Mesas” do Insider.

Quase 1.500 restaurantes em Espanha, França, Itália, Suíça e Holanda integram o Insider. Esta seleção impõe uma avaliação de 9.0 ou superior no TheFork, com base em mais de 40 reviews, e um preço mínimo de 25 euros. Mas há exceções: restaurantes galardoados com estrelas Michelin estão automaticamente selecionados.

A comissão de reserva cobrada a cada estabelecimento é de 1,60 euros por pessoa. Em contrapartida, é-lhes atribuída “uma visibilidade acrescida”, garantiu o country manager do TheFork , Sérgio Sequeira, ao Dinheiro Vivo, referindo-se a esta parceria de negócio como “um modelo win-win“.

Os restaurantes da rede poderão contar com novas funcionalidades, entre elas um sistema de cartão de crédito, confirmação automática de reserva e um índice de fiabilidade de clientes. Garantir a reserva e evitar ausências de última hora são algumas das prioridades.

A nível global, o TheFork está presente em 50 mil restaurantes em 11 países de três continentes: Portugal, Espanha, França, Suíça, Bélgica, Holanda, Itália, Dinamarca, Suécia, Brasil e Austrália. Em Portugal, existem 2100 estabelecimentos de norte a sul do país.

Mas há também descontos especiais a chegar – os yum’s – para reter os clientes. A partir de julho, o utilizador ganha 150 pontos por cada reserva através da aplicação mobile, enquanto pela web são apenas 50. Os descontos variam entre os 10 euros, caso deixe acumular mil pontos, e os 25 euros, se forem dois mil.

Segundo o country manager do TheFork, a aplicação pretende afirmar-se enquanto plataforma de referência para os foodies. “Queremos ser líderes na descoberta de restaurantes e ajudar os utilizadores a escolherem os que melhor se adequam às suas pretensões”, disse o responsável.

Sérgio Sequeira escusou-se a comentar o total investido no The Fork em Portugal, antiga BestTables (marca de restauração comprada pelo TripAdvisor em 2015), por motivos de confidencialidade. Embora faça questão de frisar que “somos uma empresa rentável e a crescer ao nível daquilo que ambicionamos”. O investimento atual, esclarece, “não é em capital, mas em know-how“.

No futuro, acredita que “grande parte das pessoas vai deixar de fazer reservas por telefone ou de escolher restaurantes por sugestões de amigos”. “As pessoas vão elegê-los com base nestas plataformas porque têm lá referências de vários utilizadores”, diz, sublinhando que é “a forma mais fácil de obter uma informação fidedigna daquilo que realmente podemos esperar de um restaurante”.

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