Hotelaria

O resort mais caro do mundo estava a operar sem licença

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Na ilha privada de Banwa, nas Filipinas, uma noite custa 100 mil dólares. É qualquer coisa como 88,5 mil euros. Mas as reservas agora estão bloqueadas

Depois de alguns meses a publicitar-se como o resort mais caro do mundo, a operar em pleno para receber hospedes disponíveis para pagar 100 mil dólares por noite, a ilha privada de Banwa bloqueou novas reservas. A razão? Estava na mira das autoridades por não ter as devidas licenças para operar.

“A ilha privada de Banwa estará totalmente disponível para operar depois da conclusão da documentação regulamentar pendente, que é esperada a qualquer momento”, refere o grupo na página oficial, depois de a imprensa local já ter dado conta de que havia uma investigação em curso que poderia resultar no encerramento das instalações.

Em falta estão autorizações para operar, como a acreditação pelo Departamento do Turismo filipino, mas também licenças relacionadas com as questões ambientais e recursos naturais. Banwa terá submetido alguns documentos antes da abertura ao público, mas não foram suficientes para que as autorizações fossem dadas.

À imprensa local, o Ministério do Turismo filipino dá conta de que será feita uma inspeção no final de junho que irá envolver quatro entidades diferentes: Ministério do Turismo, Ministério do Interior, agência ambiental e Ministério da Saúde.

Uma noite nesta ilha privada está ao alcance de muito poucos. São pedidos 100 mil euros por noite, qualquer coisa como 88,5 mil euros, e a reserva mínima obrigatória é de três noites. A diária dá acesso a refeições, atividades e tratamentos de spa. A taxa, no entanto, deixa de fora os vinhos, e o transfer, que tem de ser feito através de avião privado ou helicóptero a partir de Manila ou Porto Princesa.

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