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Revive. Pavilhões do Parque serão hotel por 48 anos

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Antigo complexo termal vai ser um hotel. Governo está à espera de ofertas durante quatro meses

O concurso para a concessão dos Pavilhões do Parque nas Caldas da Rainha, no âmbito do programa de valorização do património, já está lançado.

A abertura do concurso “com publicidade internacional” foi publicada esta quarta-feira em Diário da República, onde se determina um período de concessão daquele espaço por um período de 48 anos.

O Dinheiro Vivo tinha já avançado que os Pavilhões do Parque seriam o concurso concurso do programa Revive a avançar, depois da concessão do primeiro imóvel do programa Revive, o convento de São Paulo, em Elvas.

O caderno de encargos agora divulgado determina que os antigos Pavilhões do Parque terão de dar lugar a um hotel. O prazo para as ofertas começou a contar no dia da publicação, o que determina que as propostas têm de chegar até ao dia 4 de junho, domingo, às 23h59.

A partir da sua entrega a proposta fica válida durante 365 dias. O governo vai escolher a oferta “economicamente mais vantajosa”.

Criados ainda no século XIX pelo administrador do Hospital Termal das Caldas da Rainha para se tornarem uma estância termal de referência, os Pavilhões do Parque nunca cumpriram o objetivo para o qual foram criados.

Ao longo dos anos receberam um quartel militar, uma esquadra da polícia e até uma escola secundária. O conceito termal foi-se perdendo com os anos e apenas restou a aproximação ao Parque D. Carlos I que serviu de apoio às termas.

O complexo de edifícios integra agora um grupo de 30 imóveis património do Estado que vão ser concessionados a privados para que possam reabrir, qualificados, ao serviço do turismo.

Depois deste contrato de concessão, sabe o Dinheiro Vivo, serão publicados outros dois: Quinta do Peço de Valverde, em Évora, e Casa de Marrocos em Idanha-a-Nova.

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