Greve dos motoristas

Governo fala ao País ao meio-dia sobre greve dos motoristas

João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Transição Energética.
(Gerardo Santos / Global Imagens)
João Pedro Matos Fernandes, Ministro do Ambiente e da Transição Energética. (Gerardo Santos / Global Imagens)

A requisição civil é outro dos instrumentos que também estão em cima da mesa caso a greve avance e os serviços mínimos falhem

O Governo falará esta sexta-feira ao País sobre a situação de crise energética e o parecer da Procuradoria-Geral da República. O anúncio foi feito esta manhã em comunicado emitido pela Presidência do Conselho de Ministros que aponta o briefing para o meio-dia.

“Informamos que se realiza hoje, pelas 12h00, uma conferência de imprensa na Presidência do Conselho de Ministros para prestar esclarecimentos a respeito da crise energética e do parecer do Conselho Consultivo da Procuradoria-Geral da República“.

A mesma nota refere que “estarão presentes representantes das áreas governamentais da Presidência do Conselho de Ministros, do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, e do Ambiente e Transição Energética”.

A comunicação ao País segue-se a um encontro de ministros que, tudo indica, estão reunidos para preparar a declaração de Crise Energética, que fará face à greve dos motoristas de matérias perigosas e mercadorias.

Declarar uma crise energética no País permitirá ao Executivo deitar mão de uma série de medidas preventivas, como é o caso da Rede Estratégica de Postos de Abastecimento. Em abril, o governo atuou da mesma forma, mas já a greve estava em andamento, e os postos de combustível secos, depois de o Sindicato não ter cumprido com os serviços mínimos.

A greve de motoristas está marcada para a próxima segunda-feira, dia 12 de agosto, e não tem prazo para acabar.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
António Costa, primeiro-ministro português, em Bruxelas. EPA/CHRISTIAN HARTMANN / POOL

O que já se sabe que aí vem no Orçamento para 2020

A coordenadora da Frente Comum, Ana Avoila. ANTÓNIO COTRIM/LUSA

Os 0,3% que acabaram com a paz entre função pública e governo

Marcelo Rebelo de Sousa, Christine Lagarde e Mário Centeno. Fotografia: MIGUEL FIGUEIREDO LOPES/LUSA

Centeno responde a Marcelo com descida mais rápida da dívida

Outros conteúdos GMG
Governo fala ao País ao meio-dia sobre greve dos motoristas