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Greve de pilotos da Ryanair não afeta operação em Portugal

Fotografia: REUTERS/Hannah McKay
Fotografia: REUTERS/Hannah McKay

Os pilotos da Ryanair da Alemanha, Bélgica, Irlanda e Suécia estão em greve. Mas a operação em Portugal não se vai ressentir.

Os pilotos da Ryanair em quatro países europeus estão esta sexta-feira, 10 de agosto, em greve reivindicando melhores salários e condições laborais. Mas os voos de e para Portugal não deverão ser afetados, de acordo com informações prestadas pela transportadora aérea de baixo custo ao Dinheiro Vivo.

Os pilotos portugueses não estão em greve e como habitualmente os destinos operados pela companhia aérea com saída a partir de Portugal são feitos por portugueses, assim como os voos de regresso ao País, os voos da Ryanair com partida e regresso a Portugal não deverão ser afetados.

Um retrato mais cinzento verifica-se, contudo, em outras geografias. A transportadora irlandesa de baixo custo estima, de acordo com dados enviados ao Dinheiro Vivo, que um total de quase 400 voos sejam cancelados nesta sexta-feira. A Alemanha é o país mais atingido: 250 voos de e para solo germânico foram cancelados. No caso da Bélgica, está previsto o cancelamento de 104 voos, 20 na Irlanda e 22 na Suécia. A Ryanair não prevê o cancelamento de voos na Holanda.

“Apesar desta greve lamentável e injustificada que está a acontecer em 5 dos nossos 37 mercados nesta sexta-feira (10 de agosto), mais de 2000 voos da Ryanair (85% do voos programados) vão ser operados com normalidade hoje, transportando quase 400 mil clientes pela Europa”, indica a companhia aérea.

“A Ryanair tomou todas as medidas para minimizar a perturbação [aos passageiros] e avisamos os nossos clientes o mais cedo possível”, tendo sugerido as opções que tinham disponíveis como o reembolso do valor pago e optar por outros voos.

“A maioria dos nossos clientes afetados já foi instalada em outros voos da Ryanair. Queremos novamente pedir desculpa aos clientes afetados por esta perturbação desnecessária e pedimos aos sindicatos em greve para continuar as negociações em vez de apelarem a mais greves injustificadas”.

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