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Greve dos trabalhadores da Estradas de Portugal sem efeitos no funcionamento da empresa

Estradas de Portugal
Estradas de Portugal

O impacto da greve de 24 horas dos trabalhadores da Estradas de Portugal (EP) "é nulo" e, ao início da manhã, estavam todos os serviços a funcionar, nomeadamente o Centro de Controlo de Tráfego, adiantou uma fonte da empresa.

Em comunicado enviado ao início da manhã, a EP informa que o impacto da greve na atividade da empresa é nulo, encontrando-se todos os serviços a funcionar na sua plenitude, nomeadamente o Centro de Controlo de Tráfego.

De acordo com a EP, o Centro de Controlo de Tráfego “continua a prestar todas as informações de trânsito aos seus clientes e as Unidades Móveis, que durante toda a noite patrulharam as estradas, prestaram assistência aos automobilistas”.

A greve nos trabalhadores da EP foi convocada pela Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, para a fazer coincidir com “a luta” dos trabalhadores da Refer, que também paralisam.

A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter informações sobre a adesão à greve junto da Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas Sociais.

A greve de hoje abrange trabalhadores de cinco empresas — CP, CP Carga, Refer, EMEF e Estradas de Portugal (EP), que contestam a privatização da CP Carga e da empresa de manutenção ferroviária, a fusão da EP com a Refer e a concessão de linhas da CP.

Os trabalhadores contestam a privatização da CP Carga e da empresa de manutenção ferroviária, a fusão da EP com a Refer e a concessão de linhas da CP.

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