Paralisação

Greve põe em causa abastecimento de gasolina

Fotografia: Direitos reservados
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A paralisação dos motoristas de matérias perigosas sem data de conclusão

A greve convocada pelo Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas, que ontem teve início e não tem prazo para o seu término, poderá colocar em causa o abastecimento de combustíveis no país. O sindicato impugnou juridicamente o despacho governamental que estabelecia os serviços mínimos durante a paralisação e só pretende cumprir com o abastecimento aos hospitais. Segundo a estrutura sindical, a greve teve uma adesão de 100%.

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O despacho conjunto dos ministérios do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social e do Ambiente e da Transição Energética, estabelecia o “abastecimento de combustíveis aos hospitais, bases aéreas, bombeiros, portos e aeroportos, nas mesmas condições em que o devem assegurar em dias em que não haja greve”, bem como o “abastecimento de combustíveis aos postos de abastecimento da Grande Lisboa e do Grande Porto, tendo por referência 40% das operações asseguradas em dias em que não haja greve”.

A Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias, veio denunciar “o atropelo da legalidade que está a ser cometido por este sindicato, quer pelo facto de não ter promovido a organização dos serviços mínimos, quer pelo facto de não incentivar os trabalhadores em greve ao cumprimento desses serviços”. A associação exigiu que o Governo “assuma as suas responsabilidades, que acione todos os meios de que dispõe para impor a legalidade e a normalidade democrática, fazendo cumprir, desde já, os serviços mínimos determinados”.

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