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Henrique Granadeiro perdeu processo contra a Pharol

Granadeiro não conseguiu que em primeira instância, segundo o Jornal de Negócios, a decisão da assembleia-geral da Pharol fosse anulada.

Henrique Granadeiro não conseguiu que a deliberação da assembleia-geral da Pharol – que aprovou a propositura de ações contra os antigos administradores da empresa devido ao investimento de 897 milhões de euros realizado em papel comercial da Rio Forte (empresa do grupo Espírito Santo) que não foi reembolsado – fosse anulada por um tribunal de primeira instância, de acordo com a edição desta sexta-feira, 4 de maio, do Jornal de Negócios.

Após a aprovação desta medida, Henrique Granadeiro, conta o Negócios, decidiu avançar para tribunal com o objetivo de tentar travar a deliberação. Mas o tribunal de primeira instância considerou improcedente o pedido para anular ou julgar nula a assembleia-geral da Pharol, que decorreu a 31 de julho de 2015 e em que foi decidido avançar com a propositura das ações.

Em outubro de 2015, a empresa liderada por Luís Palha da Silva avançou contra três antigos gestores, incluindo Granadeiro. Posteriormente, a Pharol avançou com outro processo contra a Deloitte, que era auditora das contas da antiga PT SGPS, conta ainda o Negócios. E em janeiro de 2016 avançou com processo contra Zeinal Bava e novamente contra Henrique Granadeiro.

Estas ações estão ainda a decorrer nos tribunais, mas o que Henrique Granadeiro tentou foi que as deliberações da assembleia-geral da Pharol não vingassem. Contudo, o tribunal de primeiro instância não decidiu a favor do antigo líder da PT. Ainda assim, avança o Jornal de Negócios, Granadeiro terá recorrido da decisão do tribunal de primeira instância.

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