Hotelaria

Hotéis. Menos estrangeiros desaceleram em 2,9% as dormidas em junho

Fotografia: Reuters
Fotografia: Reuters

O número de dormidas dos mercados britânico e alemão continua a diminuir desde o início do ano.

A atividade hoteleira em Portugal abrandou no mês de junho, com o número de hóspedes a fixar-se nos 2,1 milhões e o de dormidas a cair 2,9% para 5,8 milhões, em termos homólogos, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatísticas (INE).

Dados do gabinete de estatísticas nacional mostram que esta descida foi condicionada pela redução de 5,1% das dormidas de não residentes (4,2 milhões), enquanto os turistas nacionais contribuíram com um aumento de 3,4% (1,6 milhões).

Já considerando os primeiros seis meses do ano, as dormidas dos residentes cresceram 3,9% e as dos não residentes apresentaram um decréscimo de 0,7%, segundo o INE.

O Reino Unido, principal mercado emissor para Portugal (24,4% do total das dormidas de não residentes), recuou 9,8% em junho. No primeiro semestre, o mercado britânico diminuiu 8,0% nos hotéis nacionais.

Por sua vez, o mercado alemão (12,9% do total) apresentou também uma redução de 10,5%. Desde o início do ano, os alemães representaram menos 2,6%.

Em junho, destacaram-se os crescimentos dos mercados norte-americano (+15,9%) e canadiano (+14,9%). As dormidas dos Estados Unidos e o Canadá têm vindo a crescer desde o início do ano (+18,7% e +12,0%, respetivamente), juntamente com o Brasil (+11,7%).

A estada média, que foi de 2,80 noites, reduziu 2,9% (-0,2% no caso dos residentes e -3,1% nos não residentes). Este indicador foi mais elevado na Região Autónoma da Madeira (5,26 noites) e no Algarve (4,50 noites).

A taxa líquida de ocupação por cama recuou 2,2 pontos percentuais para 59,8%. Na Madeira e na Área Metropolitana de Lisboa registaram-se as taxas de ocupação mais elevadas (74,6% e 66,2%, respetivamente). A maior redução ocorreu nos Açores (-5,1 pontos percentuais).

A região Norte e o Alentejo foram as únicas que registaram acréscimos nas dormidas (+3,1% e +2,4%, respetivamente). Em sentido inverso, o Centro (-7,9%) e a Região Autónoma dos Açores (-6,1%), apresentaram os maiores decréscimos.

Já os proveitos totais aumentaram 7,5%, fixando-se nos 376,7 milhões de euros, e os proveitos de aposento cresceram 7,8% para 278,6 milhões de euros.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
Lisboa, 16/07/2019 - Decorreu hoje parte de uma reportagem sobre, empregos criados pelas empresas de partilha de veículos em Portugal..
Acompanhamos a recolha, carregamento e reparação das trotinetes partilhadas da Circ.

(Orlando Almeida / Global Imagens)

Partilha de veículos dá emprego a mais de 500 pessoas

Lisboa, 16/07/2019 - Decorreu hoje parte de uma reportagem sobre, empregos criados pelas empresas de partilha de veículos em Portugal..
Acompanhamos a recolha, carregamento e reparação das trotinetes partilhadas da Circ.

(Orlando Almeida / Global Imagens)

Partilha de veículos dá emprego a mais de 500 pessoas

António Mexia, CEO da EDP. Fotografia: REUTERS/Pedro Nunes

Saída de clientes da EDP já supera as entradas

Outros conteúdos GMG
Hotéis. Menos estrangeiros desaceleram em 2,9% as dormidas em junho