Mercado residencial

Imobiliária de Warren Buffett estreia-se no Porto

Zaid Abood, diretor do escritório da Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property.
Zaid Abood, diretor do escritório da Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property.

A imobiliária acaba de abrir um escritório na movimentada Rua de Santa Catarina, no Porto. Na carteira, destacam-se os imóveis de luxo.

A Berkshire Hathaway HomeServices, rede imobiliária do multimilionário Warren Buffett, acaba de abrir um escritório no Porto, numa parceria com a Portugal Property. A expansão para a Invicta prende-se com o “grande potencial” que a cidade apresenta no segmento residencial de luxo e pela sua atratividade para o investimento estrangeiro, diz Zaid Abood, diretor da Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property.

A Portugal Property, que já operava desde 2008 no país, tem agora sete escritórios (entre o Algarve, Lisboa e Porto) sob a bandeira Berkshire Hathaway HomeServices Portugal Property. E o objetivo é expandir a presença a outras cidades.”Queremos crescer, não posso avançar localizações, mas é certo que queremos crescer no país”, afirmou Zaid Abood, na apresentação a jornalistas do escritório do Porto, na movimentada Rua de Santa Catarina.

Segundo o responsável, a carteira de imóveis na Invicta ultrapassa as 500 unidades, sendo que no portfolio consta um edifício à venda por nove milhões de euros na Baixa do Porto. Em média, os alojamentos comercializados por esta corretora apresentam valores superiores a dois milhões de euros. No país, a imobiliária tem mais de dois mil imóveis para venda.

Para Zaid Abood, a parceria com a Berkshire Hathaway irá permitir alargar a base de potencial de clientes, para além de integrar mais-valias como formação e netwoork. Até agora, os principais clientes da imobiliária eram estrangeiros, de nacionalidades tão distintas como norte-americanos, israelitas, egipcios ou franceses. Zaid Abood acredita que vão conseguir captar mais portugueses.

Na sua opinião, o Porto tem conhecido muito interesse por parte dos estrangeiros por ser “uma cidade bonita, com histórica, um rio romântico e uma costa atlântica”, a que se soma a questão da segurança. “Portugal é hoje um dos melhores países europeus para se investir” e o mercado “ainda está numa fase inicial”, assegura.

No ano passado, a corretora portuguesa registou um volume de negócios de 90,5 milhões de euros. Ao todo, emprega 43 pessoas, sete das quais no novo escritório do Porto.

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