Retalho Alimentar

Jerónimo Martins com lucros de 181 milhões até junho

O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos. Inácio Rosa / Lusa
O presidente do Conselho de Administração e Administrador-Delegado do Grupo Jerónimo Martins, Pedro Soares dos Santos. Inácio Rosa / Lusa

O grupo do Pingo Doce e da Biedronka registou vendas consolidadas de 8,9 mil milhões, uma subida de 5,7%.

A Jerónimo Martins fechou junho com lucros de 181 milhões, uma subida de 0,7% em relação a igual período do ano passado.

O grupo do Pingo Doce e da Biedronka registou vendas consolidadas de 8,9 mil milhões, uma subida de 5,7%. No segundo trimestre, beneficiando do efeito de Páscoa, as vendas subiram 10,3%. O EBITDA no período fixou-se nos 471 milhões, uma subida de 5,6%. A Ara e a Hebe foram responsáveis por perdas no EBITDA de 41 milhões, dos quais 89% são atribuíveis à cadeia colombiana. No período o grupo investiu 238 milhões, dos quais 48%, na Biedronka. Um valor abaixo dos 295 milhões investidos em igual período do ano passado.

“Ao longo do resto do ano, queremos manter-nos a crescer acima dos mercados nos quais desenvolvemos os nossos negócios. Para isso, continuaremos a reforçar as nossas operações e a trabalhar para ter as melhores propostas comerciais, que mereçam, cada vez mais, o reconhecimento e a preferência dos consumidores”, diz Pedro Soares dos Santos, CEO do grupo.

Briedronka: vendas sobem apesar do encerramento ao domingo

Na cadeia polaca Biedronka as vendas atingiram 6,1 mil milhões de euros, uma subida de 5,2%, tendo a cadeia reforçado a sua quota, apesar do impacto de oito dias adicionais de encerramento de lojas ao domingo. No segundo trimestre, as vendas subiram 12,1%. No período a cadeia abriu 27 novas lojas e encerrou 11, com 16 novas adições líquidas face a igual período do ano passado. Até final de junho a Biedronka tinha 2916 lojas.

O grupo investiu 114 milhões no primeiro semestre deste ano na Biedronka.

As vendas da Hebe atingiram os 117 milhões de euros, mais 24,3%, no semestre. No segundo trimestre as vendas subiram 28,7%, para 61 milhões de euros. Fechou o semestre com 247 lojas, mais 47 do que nos primeiros seis meses do ano passado.

Pingo Doce: Páscoa impulsiona vendas no segundo trimestre

As vendas do Pingo Doce cresceram 4,1%, para 1,9 mil milhões. No segundo trimestre, as vendas cresceram 5,6%, para mil milhões, com um like for like (excluindo combustível) de 5,1%, mais uma vez incorporando o efeito da Páscoa nos resultados. No semestre, a cadeia abriu quatro supermercados, elevando para 436 o número de lojas.

No Recheio as vendas subiram 2%, para 467 milhões, com as do segundo trimestre a aumentar 2,1%, para 253 milhões.

Na distribuição em Portugal, o grupo investiu no período 75 milhões de euros, uma subida face aos 56 milhões em igual período do ano passado.

Ara: 25 novas aberturas até junho

Na Colômbia o grupo abriu no semestre 25 novas lojas Ara, elevando para 557 o número de espaços da cadeia, mercado onde investiu 37 milhões.

As vendas da cadeia subiram 25,6%, para 356 milhões de euros, com os resultados no segundo trimestre a atingir os 187 milhões (+25,3%).

O cash flow gerado no período foi de 152 milhões de euros. “A dívida líquida, excluindo as locações operacionais capitalizadas, foi de 158 milhões de euros, com o gearing a cifrar-se em 7,9% e já refletindo o pagamento, em maio deste ano, de 204 milhões de euros de dividendos.”

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