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CTT. Plano de reestruturação “acima das expectativas”

Francisco de Lacerda, Fotografia: Paulo Alexandrino/Global Imagens
Francisco de Lacerda, Fotografia: Paulo Alexandrino/Global Imagens

Desde novembro já saíram 224 trabalhadores através de um processo de rescisão por mútuo acordo

Francisco Lacerda faz um balanço positivo do plano de reestruturação dos CTT que até ao fim do primeiro trimestre tem tido uma execução “acima das expectativas”, diz o CEO do operador postal. A empresa fechou março com lucros de 5,4 milhões, um recuo de 48,2% em relação a período homologo do ano passado.

“Ao fim do primeiro trimestre já asseguramos 85% das poupanças que tínhamos previsto ao longo deste ano”, destaca o gestor. Este ano no âmbito do plano de reestruturação dos CTT, o operador projetava poupanças de 13,8 milhões, tendo até ao final de março já assegurado 11,7 milhões de poupanças.

Na área de recursos humanos e renegociação de contratos cm IT, frota, entre outros, os CTT tinham objetivos de poupança de 3,7 milhões, tendo já assegurado 3,4 milhões.

Desde novembro até à data, na sequência do convite à rescisão levado a cabo pelos CTT, já saíram da empresa 224 trabalhadores, dos quais 63 já em 2018. “O que demonstra a recetividade que a proposta tem vindo a ter”, diz Francisco Lacerda.

Até março os CTT pagou 14,7 milhões de euros em “indemnizações relacionadas com o plano de transformação operacional (inclui 11,9 milhões já provisionados em 2017)”, pode ler-se no relatório e contas da empresa. Deste momento, 3.698.356 euros são referentes “a indemnizações pagas no âmbito de processos de rescisão de contratos de trabalho por mútuo acordo, iniciados em 2018”.

A empresa tem ainda registada até final de março 7.7.557.337 euros, um “montante provisionado para fazer face a eventuais contingências relativas a ações de contencioso laboral não incluídos nos processos judiciais em curso, relativos a diferenças retributivas que possam ser exigidas pelos trabalhadores”.

Tem ainda uma provisão na Tourline, operação em Espanha, de 1,4 milhões para “fazer face à notificação emitida pela Comissión Nacional de los Mercados y la Competencia”.

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