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Líder da Malaysia Airlines volta à Ryanair para resolver problemas com pilotos

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Irlandês terá de garantir "que as falhas com pilotos registadas no início de setembro nunca mais serão repetidas"

Peter Bellew, o até agora presidente executivo da Malaysia Airlines, vai voltar à Ryanair. O anúncio feito esta terça-feira chega numa altura em que a companhia aérea irlandesa procura resolver os problemas com os pilotos, que levaram ao cancelamento de milhares de voos até março de 2018.

O irlandês vai voltar ao lugar de responsável de operações da Ryanair a partir de 1 de dezembro e terá de garantir “que as falhas com pilotos registadas no início de setembro nunca mais serão repetidas”, refere o comunicado da companhia citado pela versão digital do Irish Independent. Peter Bellew também ficar responsável pela formação de comandantes e pelo desenvolvimento de carreira.

“Peter [Bellew] vai liderar uma transformação significativa na forma como compensamos interagimos e com os pilotos, melhorando o ambiente de trabalho e a progressão de carreiras nos próximos anos, ao mesmo tempo que crescermos para uma frota de 600 aviões e aumentarmos o nosso tráfego, com tarifas baixas, para 200 milhões de clientes por ano”, acrescentou o líder da Ryanair, Michael O’Leary, citado pelo Irish Times.

Peter Bellew passou pela primeira vez pela Ryanair entre 2006 e 2014 também como responsável de operações. Trabalhou na Malaysia Airlines com o mesmo cargo entre setembro de 2015 e julho de 2016, quando assumiu a liderança da companhia aérea da Malásia.

A 7 de outubro, a Ryanair deixou de contar com o anterior diretor de operações Michael Hickey, que demitiu-se depois do cancelamento de milhares de voos anunciado para os próximos meses.

A companhia líder na Europa no setor ‘low cost’ anunciou em 27 de setembro uma “redução” do “calendário de inverno”, quando deixar de operar 25 dos mais de 400 aviões que compõem a frota, que atingirá 18 000 voos e 400 000 passageiros.

A Ryanair já tinha comunicado em 15 de setembro a suspensão de 2 100 viagens durante seis semanas, devido ao referido erro na distribuição das férias dos pilotos.

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