Indústria

Lucros da Corticeira Amorim atingem os 18,8 milhões no trimestre

A Corticeira Amorim é líder mundial do setor. Fotografia: D.R.
A Corticeira Amorim é líder mundial do setor. Fotografia: D.R.

A empresa liderada por António Rios Amorim registou vendas de 185,4 milhões

A Corticeira Amorim registou um lucro de 18,8 milhões de euros no primeiro trimestre do ano, um crescimento de 9,3% face ao período homólogo de 2017.

O EBITDA da empresa liderada por António Rios Amorim atingiu os 36,8 milhões nos primeiros três meses do atual exercício, um aumento de 9,8% quando comparado com o mesmo período do ano transato.

Esta performance é justificada por “uma melhoria do rácio EBITDA sobre as vendas, que passou de 19,5% para 19,9%”, lê-se no comunicado enviado ao mercado. A Corticeira Amorim adianta que esteve focada no “aumento da eficiência operacional”, “controlo rigoroso dos custos” e “redução das imparidades”.

As vendas atingiram os 185,4 milhões de euros no primeiro trimestre, um crescimento de 8% face ao homólogo de 2017, justificado pela integração das empresas Bourassé e Elfverson. O volume de negócios foi afetado negativamente pela desvalorização do dólar norte-americano. Sem estes fatores extraordinários, as vendas teriam registado um crescimento de 1,7%.

A unidade de rolhas apresentou vendas de 128,8 milhões no primeiro trimestre, um aumento de 14,1%. No entanto, sem a integração das duas novas empresas do grupo, as vendas diminuíram 0,4%. Este decréscimo é justificado pelo impacto cambial.

A atividade de matérias-primas registou um aumento de 7,6% no volume de negócios para 45,7 milhões de euros.

Todas as outras unidades de negócio da Corticeira Amorim registaram quebras nas vendas.

Os revestimentos apresentaram uma descida de 10,1% nas vendas, para 29,2 milhões. Os aglomerados compósitos registaram uma quebra de 5,6%, totalizando vendas de 24,4 milhões. Por usa vez, os isolamentos atingiram os 2,7 milhões, menos 4,1%.

No fim do primeiro trimestre, a dívida remunerada líquida era de 85,9 milhões. As aquisições da Bourassé, Sodliège e Elfverson impulsionaram o crescimento do endividamento.

 

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