Energia

Lucros da Efacec cresceram 75% em 2017 para 7,5 milhões de euros

Ângelo Ramalho, presidente da Efacec.
(Jorge Amaral / Global Imagens)
Ângelo Ramalho, presidente da Efacec. (Jorge Amaral / Global Imagens)

Empresa liderada por Ângelo Ramalho beneficiou do aumento das encomendas e do crescimento das receitas.

Os lucros da Efacec cresceram 75% para 7,5 milhões de euros em 2017. A empresa liderada por Ângelo Ramalho beneficiou do aumento das encomendas e do crescimento das receitas, sobretudo nas unidades de automação, energia e transportes. O mercado internacional representou mais de três quartos das receitas.

“Ao longo de 2017, a Efacec confirmou o seu posicionamento, não apenas de empresa virada para o futuro, mas como player ativo na construção desse futuro, acentuando o compromisso com o investimento em inovação de base portuguesa”, assinalou Ângelo Ramalho no comunicado sobre os resultados de 2017 enviado esta quinta-feira às redações.

O EBITDA (lucros antes de juros, impostos, amortizações e depreciações) da Efacec cresceu para 35,9 milhões de euros e a margem das receitas subiu de 8,1% para 8,3%.

A nível internacional, as quebras em mercados como Portugal, Angola, Reino Unido e Leste da Europa foram compensadas pelo reforço em mercados como França, Magrebe, América do Norte, Médio Oriente e América do Norte. O mercado exterior representou 78% das receitas e 80,3% das encomendas.

2017 marcou a inauguração da nova fábrica de mobilidade elétrica, na Maia, que “permitirá aumentar a capacidade anual de produção para 3800 carregadores rápidos, com possibilidades de expansão até 9000 unidades, e criar mais 340 postos de trabalho até 2025”, assinala a Efacec.

É desta fábrica que sairão os carregadores ultrarrápidos para veículos elétricos do projeto Electrify America, nos EUA, em que a empresa de Ângelo Ramalho foi selecionada para “integrar o grupo restrito de fornecedores deste projeto e que serão responsáveis pela entrega de um volume superior a 2000 equipamentos a instalar em 484 localizações em território norte-americano”. Na primeira fase do projeto, a empresa portuguesa é responsável pela entrega de 300 estações de carregamento.

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