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Lucros da Novabase recuam 12% no primeiro trimestre

Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens
Fotografia: Diana Quintela/ Global Imagens

Negócio internacional representa mais de metade da atividade da tecnológica portuguesa

Os lucros da Novabase recuaram 12% nos primeiros três meses de 2016 para os 1,7 milhões de euros. A empresa liderada por Luís Salvado atribui esta descida aos “interesses minoritários não controlados”, de acordo com o comunicado enviado esta quinta-feira à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

A atividade internacional representou mais de metade (52%) dos negócios da tecnológica portuguesa, “acima do objetivo anual de 45%”. O volume de negócios recuou 13%, para os 47,1 milhões de euros, “pela limitação da exposição a alguns mercados emergentes onde atuamos”. O segmento de serviços já representa 86% do negócio total da Novabase.

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Os lucros antes de juros, impostos, amortizações e depreciações (EBITDA), por outro lado, cresceram 4% para os 4,2 milhões de euros. A rentabilidade passou para 8,9%, “dada a aposta nas ofertas especializadas de maior valor acrescentado.

A Novabase prevê um volume de negócios de 215 milhões de euros no final do ano. O EBITDA deverá situar-se entre os 14 e os 17 milhões de euros.

O primeiro trimestre da Novabase ficou marcado pela entrada no mercado norte-americano graças ao supercomputador Watson, da IBM.

(Notícia atualizada pela última vez às 17h08 com mais informação)

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