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Lucros do Bankinter sobem 4,6% para 551 milhões de euros em 2019

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Atividade do grupo financeiro espanhol em Portugal contribuiu com 66 milhões de euros para os resultados do Bankinter.

O Bankinter fechou 2019 com um lucro de 551 milhões de euros, um aumento de 4,6% relativamente a 2018, com a atividade do grupo financeiro espanhol em Portugal a contribuir com 66 milhões de euros, antes de impostos.

No relatório de atividade enviado à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV) espanhola, o Bankinter sublinha que teve um “resultado recorde” no final de um período de sete anos consecutivos de crescimento dos lucros, com uma taxa de crescimento anual composta de 24%, entre 2012 e 2019.

O banco terminou 2019 com uma rentabilidade dos capitais próprios (ROE) de 13% e um rácio de capital CET1 ‘fully loaded’ de 11,61%, acima do requisito mínimo estabelecido pelo Banco Central Europeu (BCE).

O crédito a clientes aumentou 9% em relação a 2018 e os recursos de clientes de retalho cresceram 14,3%, com os volumes totais superiores aos do ano anterior, mesmo sem incluir os negócios adquiridos.

O rácio de morosidade que é agora de 2,51%, uma melhoria de 39 pontos base relativamente ao final de 2018.

O Bankinter assinala a redução verificada na carteira de ativos imobiliários adjudicados que, no espaço de um ano, passa de 348,2 milhões de euros para 290,7 milhões de euros, valor com que fechou 2019, o que representa menos 16,5%. O rácio de cobertura destes ativos imobiliários adjudicados foi de 44,5%.

Quanto ao total de crédito a clientes, no final do exercício foi de 60.411 milhões de euros, mais 8,9% do que em 2018.

Os recursos de clientes de retalho totalizaram 57.814,6 milhões de euros, mais 14,3% do que no final de 2018.

O banco espanhol sublinha que o Bankinter Portugal terminou o ano “novamente com um desempenho brilhante”, alcançando um resultado antes de impostos de 66 milhões de euros, o que compara com os 60 milhões obtidos em 2018.

O negócio com clientes da sucursal manteve um ritmo muito positivo ao longo de todo o ano, com a carteira de crédito a crescer 13%, com especial destaque para o crédito a empresas, que aumentou 26%.

Por outro lado, os recursos em Portugal cresceram 7% em relação a 2018 e os recursos fora de balanço aumentaram 12% relativamente ao ano anterior.

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