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Lucros dos CTT recuam 28% para 19,6 milhões

O presidente dos CTT, Francisco de Lacerda, durante a apresentação dos resultados de 2018 da empresa, na sede dos CTT em Lisboa, 20 de fevereiro de 2019. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA
O presidente dos CTT, Francisco de Lacerda, durante a apresentação dos resultados de 2018 da empresa, na sede dos CTT em Lisboa, 20 de fevereiro de 2019. JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Os CTT fecharam o ano passado com lucros de 19,6 milhões, uma descida de 28% face ao ano anterior.

Os resultados foram impactados pelos custos do plano de reestruturação, na ordem dos 20,5 milhões com as saídas por mútuo acordo. A empresa gerou 708 milhões de euros de receitas, uma subida de 1,4%.

Francisco Lacerda faz um balanço positivo do plano de transformação, com o mesmo a gerar poupanças nos gastos operacionais recorrentes de 15 milhões de euros, acima do objetivo pretendido.

Este ano a empresa espera realizar um investimento de 55 milhões de euros, metade dos quais em atividades relacionadas com o plano de transformação que terá continuidade até 2020.

O ano passado a companhia voltou a registar uma quebra no tráfego postal de correio endereçado, na ordem dos 7,6%, superior à esperada, mas as receitas subiram 0,8%, para 680,7 milhões devido ao efeito “positivo do mix de produtos” e do aumento de preços, referiu Francisco Lacerda.

O correio expresso e de encomendas viu subir 12,3% os rendimentos, para 151,2 milhões. Já os serviços financeiros recuaram 23,4%, para 42,3 milhões, sofrendo o impacto da diminuição de certificados de tesouro.

No Banco CTT os rendimentos operacionais subiram 27%, para 23,6 milhões de euros. Os depósitos subiram 42,8%, para 884 milhões, dando ao banco uma quota de 2,8% na atribuição de crédito à habitação. No final do ano passado, o banco tinha mais de 400 mil clientes, em particular millennials.

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