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Mais de metade dos portugueses sente-se mais seguro com carros autónomos

Carros autónomos podem evitar acidentes, mas como decidirão se tiverem de escolher entre matar uma vida ou outra? Fotografia: EPA
Carros autónomos podem evitar acidentes, mas como decidirão se tiverem de escolher entre matar uma vida ou outra? Fotografia: EPA

A maioria dos portugueses inquiridos, no entanto, admite que não preferiria conduzir um carro autónomo em comparação com o automóvel atual.

Mais de metade (51%) dos portugueses dizem que se sentiriam mais seguros se todos os carros em circulação nas estradas fossem autónomos. Esta conclusão foi obtida pela empresa de aluguer de automóveis Avis, que realizou o estudo europeu independente “Mind The (Mobility) Gap” em 14 países sobre o impacto desta tecnologia neste sector.

A maioria (53%) dos portugueses inquiridos, no entanto, admite que não preferiria conduzir um carro autónomo em comparação com o automóvel que possui neste momento. Os europeus, ainda assim, dizem-se ainda mais inseguros neste aspeto: 57% não revelam preferência por automóveis autónomos.

O estudo da empresa de rent-a-car também serviu para avaliar os conhecimentos sobre as tecnologias de condução.

Fonte: Avis

Mais de dois terços (68%) dos portugueses sabem qual é a definição correta de um carro conectado: um automóvel que está conectado à Internet e que pode comunicar com outros dispositivos ao longo da viagem. Só os franceses e italianos é que entendem melhor este conceito do que os residentes em território nacional.

Os portugueses, contudo, têm de aprender um pouco mais sobre os carros autónomos. Pouco mais de um terço (34%) pensam que estes autónomos são conduzidos por um droid de inteligência artificial, quando na realidade trata-se de um veículo que se conduz por si mesmo.

A nova tecnologia de condução autónoma é menos compreendida na faixa entre os 24 e 36 anos, embora este seja o grupo etário mais disponível para comprar um carro autónomo, revela o mesmo estudo.

A pesquisa pedida pela Avis recolheu um total de 14.138 resultados em 14 países da União Europeia. Em cada um dos países que integraram este estudo houve uma amostra de pelo menos 1000 participantes.

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