Agricultura

Mau tempo: Prejuízo de 3,6 milhões em infraestruturas agrícolas algarvias

O mau tempo provocou estragos em Queijeira, Olhão, 05 de março de 2018. FILIPE FARINHA/LUSA
O mau tempo provocou estragos em Queijeira, Olhão, 05 de março de 2018. FILIPE FARINHA/LUSA

Existe um prejuízo de 3,6 milhões de euros nas infraestruturas de 60 explorações agrícolas do Algarve afetadas pelo mau tempo, na semana passada.

O ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural disse este sábado que existe um prejuízo calculado de 3,6 milhões de euros nas infraestruturas de 60 explorações agrícolas do Algarve afetadas pelo mau tempo, na semana passada.

“Segundo o processo de levantamento dos danos causados pelo mau tempo, existe um prejuízo calculado de 3,6 milhões de euros em infraestruturas, em 60 explorações agrícolas de cinco concelhos da região”, afirmou o ministro da Agricultura, Luís Capoulas Santos, à agência Lusa.

O levantamento dos prejuízos causados pelo mau tempo, em 04 de março, foi efetuado desde segunda-feira pelos técnicos dos serviços regionais do ministério, nos municípios de Faro, Olhão, Tavira, Castro Marim e Vila Real de Santo António, e concluído na sexta-feira.

O ministro da Agricultura adiantou também que a portaria que enquadra o tipo de apoios aos agricultores afetados vai ser publicada na próxima terça-feira, em Diário da República.

“Os agricultores afetados terão um prazo de 20 dias para apresentarem uma candidatura aos apoios”, sublinhou Luís Capoulas Santos.

Os subsídios a fundo perdido serão de 100% para explorações com prejuízos até 5.000 euros, de 85% para prejuízos entre 5.000 e 50.000 euros, e de 50% para prejuízos entre 50.000 e 800.000 euros.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, visitou no sábado uma das explorações agrícolas afetadas, na zona da Galvana, no concelho de Faro, comentando o compromisso assumido pelo governo.

“A portaria está pronta e vai avançar. Foi um compromisso assumido pelo governo, que, aliás, logo se colocou no terreno”, disse o chefe de Estado, que pediu “ânimo” aos agricultores afetados.

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