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McDonald’s enfrenta 25 queixas de assédio sexual nos EUA

restaurante mcdonalds
Foto: D.R.

Funcionárias acusam cadeia de 'fast-food' de ignorar queixas, tolerando os abusos.

O McDonald’s enfrenta 25 processos de assédio sexual nos Estados Unidos. Várias funcionárias da cadeia de restaurantes de fast food denunciaram que foram vítimas de assédio sexual enquanto trabalhavam, uma delas com apenas 16 anos.

A ação legal, na qual também participa a União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU, na sigla em inglês), é a primeira do género contra uma grande corporação, indica o El País. Nas denúncias, as vítimas afirmam que a administração do McDonald’s tolera os abusos, punindo os funcionários que falam. Entre as acusações apresentadas contra a empresa, três são por violar os direitos civis. Incluem insinuações de caráter sexual, comentários lascivos, toque e exposição corporal considerada indecente.

Os pedidos surgem dois dias antes da assembleia geral de acionistas do McDonald’s.

A ACLU afirma que nos últimos três anos, houve mais de cinquenta queixas contra o McDonald’s. Mas adianta também que “depois do surgimento do movimento MeToo, a omnipresença do assédio sexual tornou-se mais evidente na indústria”. 40% das mulheres empregadas já sofreram assédio, assinala.

O McDonald’s defende que tem políticas contra o assédio entre os seus funcionários e procedimentos no restaurante, incluindo formação, para evitar abusos. A cadeia de restauração explica ainda que possui especialistas externos, como a organização RAINN, especializada em violência sexual, que presta aconselhamento.

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