CPI aos CMEC

Mexia: Criação dos CMEC “foi um processo sério”

Portuguese electric power company Energias de Portugal (EDP) CEO Antonio Mexia speaks during a news conference in Lisbon, Portugal June 6, 2017. REUTERS/Pedro Nunes - RC1C2C6896B0
Portuguese electric power company Energias de Portugal (EDP) CEO Antonio Mexia speaks during a news conference in Lisbon, Portugal June 6, 2017. REUTERS/Pedro Nunes - RC1C2C6896B0

O presidente executivo da EDP nega que a empresa tenha sido beneficiada por decisões tomadas por governos sucessivos. "Pelo contrário", garante.

António Mexia, presidente executivo da EDP, defendeu esta terça-feira que a criação dos CMEC (Custos de Manutenção de Equilíbrio Contratual), foi “um processo sério” e validado pela Comissão Europeia (CE).

O gestor afastou que a EDP tivesse sido favorecida neste ou noutros processos de decisão relativos ao setor da eletricidade.

“O mecanismo dos CMEC é um bom mecanismo”, afirmou na audição na Comissão Parlamentar de Inquérito às rendas excessivas na eletricidade.

“Podia ter sido diferente? Podia mas o Estado tinha de pagar em 2004 mais de 10 mil milhões de euros (à EDP)”, disse.

Sobre a extensão das barragens da EDP, indicou que a empresa pagou 2115 milhões de euros, incluindo 759 milhões de euros que não estavam previstos. Disse ainda que o valor pago foi considerado pela CE como “justo em termos de mercado”.

E defendeu que o valor pago pela EDP devia ter revertido na totalidade para as tarifas do setor, para beneficiar os consumidores.

Em atualização

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