Miguel Maya nega que haja "chantagem" ou "assédio" sobre os trabalhadores para saírem

O presidente executivo do Millennium bcp foi esta quinta-feira ouvido no parlamento sobre o programa de saída de trabalhadores em curso.

O presidente executivo do Millennium bcp, Miguel Maya, rejeitou esta quinta-feira a existência de pressões sobre trabalhadores do banco, nomeadamente assédio ou chantagem, no âmbito do processo de redução de pessoal que está em curso.

"Não vai haver nenhum desrespeito pela lei, nenhuma ilegalidade", afirmou Miguel Maya esta tarde, em resposta a questões dos deputados na Comissão de Trabalho e Segurança Social.

"Seria inaceitável qualquer violação dos direitos (dos trabalhadores). "Nem assédio nem chantagem", garantiu. "O que não prescindo é de falar olhos nos olhos com os trabalhadores", adiantou.

O banco tem em curso um programa que vai envolver a saída de entre 800 e 900 trabalhadores do banco, admitindo o recurso futuro ao despedimento coletivo, caso seja necessário.

Esta manhã, foram ouvidos na mesma Comissão parlamentar os representantes dos vários sindicatos do setor bancário. Os sindicalistas reiteraram a existência de um alegado clima "terror" e de "assédio" que se vive em torno dos processos de despedimento em curso nos bancos Millennium bcp e Santander.

Esta tarde, foi ainda ouvido o presidente executivo do Santander em Portugal. Pedro Castro e Almeida.

Atualizada às 17H47 com mais informação

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