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Ministério Público investiga gestão danosa e burla na TAP

Fotografia: Rafael Marchante/ Reuters
Fotografia: Rafael Marchante/ Reuters

Fernando Pinto e mais quatro pessoas são arguidos num processo que investiga administração danosa e burla qualificada, segundo o Ministério Público.

O antigo presidente da TAP Fernando Pinto e mais quatro pessoas são arguidos num processo que investiga administração danosa e burla qualificada, segundo o Ministério Público.

A informação foi esta terça-feira confirmada à agência Lusa pela Procuradoria-Geral da República, após o jornal Público ter publicado, no domingo, uma notícia dizendo que Fernando Pinto tinha sido constituído arguido, estatuto processual confirmada pelo próprio, no âmbito da investigação da Polícia Judiciária à compra da VEM (Varig Engenharia e Manutenção), processo que decorreu entre 2005 e 2007, sob suspeita de gestão danosa.

O processo é dirigido pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), estando em investigação os crimes de administração danosa e burla qualificada.

Em abril de 2016 foram realizadas buscas nas sedes da TAP e da Parpública (‘holding’ do Estado onde a transportadora está incluída) pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Polícia Judiciária, por suspeitas de gestão danosa e lucros ilícitos.

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