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Ministra do Mar fala sobre Porto de Setúbal às 11h30

A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, vai ser uma das protagonistas dos eventos sobre a economia do mar que Portugal vai receber nos próximos dias. Fotografia: José Sena Goulão / Lusa
A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, vai ser uma das protagonistas dos eventos sobre a economia do mar que Portugal vai receber nos próximos dias. Fotografia: José Sena Goulão / Lusa

Ana Paula Vitorino fala aos jornalistas na presença de estivadores e da operadora do Porto de Setúbal. Acordo está a ser discutido em plenário.

O impasse no porto de Setúbal poderá ser resolvido esta sexta-feira. O Ministério do Mar convocou os jornalistas para uma conferência de imprensa às 11h30 para falar sobre a situação no porto de Setúbal. Mas Ana Paula Vitorino não estará sozinha: será acompanhada por representantes do sindicato dos estivadores SEAL e da Operestiva, a operadora deste porto, segundo o Dinheiro Vivo apurou.

“Terá lugar esta sexta-feira, dia 14 de dezembro, pelas 11h30, uma Conferência de Imprensa sobre a situação laboral no Porto de Setúbal, com intervenção da Ministra do Mar, Ana Paula Vitorino”, refere a nota de imprensa enviada às redações.

A esta hora, os estivadores da região de Setúbal estão reunidos em plenário para discutir o acordo que terá ficado definido em reunião com a Operestiva nas últimas horas, segundo fonte do SEAL. No início desta semana, a ministra do Mar disse que haveria um acordo para “aumentar substancialmente o número de pessoas efetivas”.

As empresas concessionárias dos diferentes terminais do porto de Setúbal dizem-se disponíveis para integrar nos seus quadros de pessoal um total de 56 trabalhadores eventuais, de acordo com a exigência do SEAL – Sindicato dos Estivadores e Atividade Logística, mas há matérias que têm inviabilizado o acordo entre as partes, mesmo nas negociações sob mediação do Ministério do Mar, realizadas na semana passada.

O porto de Setúbal está praticamente parado há um mês devido à recusa dos estivadores eventuais em se apresentarem ao trabalho, em protesto contra a situação de precariedade em que se encontram, alguns há mais de 20 anos. Além disso, desde agosto que os estivadores efetivos estão em greve às horas extraordinárias.

Esta paragem tem causado cada vez mais problemas às empresas da região, como a Autoeuropa. A fábrica de Palmela colocou na quinta-feira os trabalhadores sob aviso para uma possível paragem de produção porque tem cerca de 22 mil automóveis à espera de serem enviados para a Alemanha.

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