Montante angariado pela Zon na operação pública de subscrição de obrigações terá “utilização normal”

Rodrigo Costa, da Zon
Rodrigo Costa, da Zon

O presidente da Zon disse hoje que o montante angariado com a operação pública de subscrição de obrigações da empresa será para “utilização comercial normal”, garantindo que “não se prende com mais nenhum tipo de operação”.

A operação de oferta pública de subscrição de obrigações da ZON, num valor máximo de 200 milhões de euros, “foi um sucesso”, com a procura a exceder a oferta em 58,8%, segundo Miguel Geraldes, responsável da NYSE Euronext que hoje apresentou os resultados da operação, em Lisboa.

Questionado sobre se o montante angariado com esta operação vai ser canalizado para expandir o negócio da empresa para outros mercados, Rodrigo Costa, presidente da Zon, rejeitou essa hipótese, reiterando que será apenas para “utilização corrente das necessidades da empresa”.

“É para o financiamento normal da empresa. Com esta operação ficamos com todas as necessidades de financiamento tratadas até ao final de 2014 e, havendo uma renovação normal de dívida, podemos mesmo considerar até ao final de 2015”, afirmou o presidente da Zon.

Para o Rodrigo Costa, nas circunstâncias atuais, “trabalhar com uma dívida de maturidade média superior a três anos é sempre bom e esse foi o grande objetivo” da operação, sublinhando que “não se prende com mais nenhum tipo de operação, nem com nenhuma questão de investimento específica”.

Na sessão de apresentação de resultados da operação pública de subscrição de obrigações da Zon, que decorreu hoje em Lisboa, Miguel Geraldes, da NYSE Euronext, disse que foram disponibilizadas 200 000 obrigações da Zon e a procura destes instrumentos, com prazo a três anos, foi de 317 668 unidades.

Ao quarto dia útil da operação (31 de maio) as 100 000 obrigações inicialmente disponibilizadas já tinham sido atingidas, pelo que ao sétimo dia útil (a 6 de junho) foi decidido o alargamento para o dobro do número de obrigações disponibilizadas

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