Mosqueteiros investe 25,3 milhões em seis lojas novas e cria 265 empregos

Com as novas aberturas, sobe para 331 o número de espaços do grupo dono do Bricomarché e do Intermarché no país.

Em um mês, o grupo Os Mosqueteiros vai investir 25,3 milhões de euros na abertura de três Intermarché e três Bricomarché, criando 265 empregos. O grosso do investimento, 19,8 milhões, centra-se na região norte. Arcozelo, Barcelos e Ponte de Lima são as próximas localidades a receber lojas destas duas insígnias do grupo, depois da abertura, neste mês, de um Intermarché em Fernão Ferro. Com os novos espaços, o grupo eleva para 38,6 milhões o investimento já realizado neste ano em 12 novas lojas, criando 450 postos de trabalho dos 500 previstos. Em 2020, o grupo conta investir um total de 68 milhões e abrir 19 superfícies.

“Num ano tão atípico como o que vivemos, continuamos a contribuir para reforçar a economia e o emprego local e a consolidar a nossa dimensão e representatividade em Portugal”, diz ao Dinheiro Vivo Laurent Boutbien, presidente do grupo. “Nos últimos anos, os preços competitivos e a oferta de produtos com qualidade, têm vindo a conquistar mais clientes e também empresários, que chegam ao grupo com vontade de abrir e gerir o seu próprio negócio”, refere. Já são mais de 263 os empresários franqueados.

Com as novas aberturas, o grupo eleva para 331 o número de superfícies comerciais no país. Arcozelo e Barcelos, nos distritos do Porto e de Braga, vão receber lojas do Intermarché e Bricomarché. Em Ponte de Lima será aberto um Bricomarché, depois de Fernão Ferro, a única inauguração a Sul, instalar um Intermarché, espaço que exigiu um investimento de 5,5 milhões e a criação de 60 postos de trabalho. As seis lojas abrem portas em quatro semanas.

Desde o início do ano, das 19 lojas previstas para 2020, o grupo já abriu supermercados Intermarché em Samora Correia (5 milhões/55 postos de trabalho), Armamar (1,8 milhões/30 empregos), Alcanede (1,5 milhões/30 empregos) e Quinta da Piedade (3 milhões/40 empregos), bem como dois Bricomarché em Tondela (1,5 milhões/14 empregos) e Fafe (500 mil euros/16 empregos).

Estas duas cadeias - o grupo opera também em Portugal com a Roady - concentram a grande fatia de investimento, estando previsto que neste ano canalizem 36 milhões para a abertura de 11 supermercados Intermarché. Em sete novos Bricomarché, bem como na remodelação de cerca de uma dezena de outros, deverão alocar 21 milhões de euros.

As novas unidades vão contribuir para o crescimento que o grupo retalhista estima obter neste ano. Depois de, em 2019, ter gerado receitas de 2,3 mil milhões (+3%), o objetivo é crescer na ordem dos 10% na área alimentar (em cima dos 2,09 mil milhões de euros do ano passado) e 15% no setor da bricolage, área que apresentou 124 milhões de receitas no ano passado, adiantara o presidente do grupo Os Mosqueteiros, em agosto, ao Dinheiro Vivo.

No retalho alimentar, até agosto, o grupo foi, juntamente com o Lidl (+0,6 pontos percentuais, para 11,3% de quota), a única cadeia a ver subir a quota e a que mais subiu, segundo a Kantar. O Intermarché tem vindo a crescer desde março e fechou agosto com uma quota de 8,8%, uma subida de 1 ponto percentual face há um ano.

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