Construção

Mota-Engil reforça carteira de encomendas com contratos de 327 milhões

Mota-Engil (Mario Proenca/Bloomberg)
Mota-Engil (Mario Proenca/Bloomberg)

Construtora ganhou projetos em Portugal, Angola e Moçambique. Obra em Moçambique arranca já este mês.

A Mota-Engil venceu três novos contratos em Portugal, Angola, Moçambique, nos segmentos de construção civil, obras públicas e serviços de mineração. A carteira de encomendas foi assim reforçada num total de 327 milhões de euros, anunciou a construtora em comunicado.

Em Portugal, foi celebrado um contrato de 77 milhões de euros com a Vanguard Properties para a construção de um edifício residencial – o Infinity -, projeto que “será um ícone da cidade de Lisboa”, aponta a Mota-Engil. Com um total de 195 apartamentos, T1 a T6, o prazo de execução é de 28 meses.

Em Angola, a construtora ganhou contratos para a construção de barragens, sistemas de captação de água e canais adutores na província de Cunene. Estes projetos surgem na sequência de um Concurso Público. A Mota-Engil venceu, em consórcio com uma participação de 50%, o concurso referente a um lote para a construção da Barragem de Calacuve, sendo a obra avaliada em 177 milhões de dólares, cerca de 160 milhões de euros) e com um prazo de 20 meses.

Em Moçambique, foi celebrado um contrato para a execução de serviços mineiros em Moatize. Os trabalhos, a executar em mina de céu aberto, nota a construtora, terão um prazo de 60 meses e início este mês de outubro. O contrato totalizará cerca de 100 milhões de dólares, cerca de 90 milhões de euros).

“A assinatura de mais um contrato em Moatize, suportando o desenvolvimento da atividade económica que se alarga a toda a região de Tete, confirma Moçambique como um dos principais eixos da dinâmica comercial da Mota-Engil África neste continente, onde tem vindo a reforçar a sua posição como empresa de referência no setor da mineração”, salienta a empresa.

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Outros conteúdos GMG
Hoje
O primeiro-ministro, António Costa (E), conversa com o ministro de Estado e das Finanças, João Leão (D), durante o debate e votação da proposta do orçamento suplementar para 2020, na Assembleia da República, em Lisboa, 17 de junho de 2020. MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Bruxelas agrava projeção de contração em Portugal para 9,8%

Fotografia: Orlando Almeida/ Global Imagens.

SATA pede auxílio ao Estado no valor de 163 milhões de euros

Comissão Europeia, Bruxelas (REUTERS)

Bruxelas revê estimativas. Economia da zona euro deverá recuar 8,7% em 2020

Mota-Engil reforça carteira de encomendas com contratos de 327 milhões