Negócio dos hostels chega aos Açores

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O conceito de hostel, alojamento turístico económico, familiar, confortável e bem localizado, chegou este ano a S. Miguel, havendo já três na ilha açoriana e com elevadas taxas de ocupação, que obrigam alguns empreendimentos a rejeitar marcações para agosto.

O conceito de hostel, alojamento turístico económico, familiar, confortável e bem localizado, está em expansão nos Açores com elevadas taxas de ocupação, levando mesmo alguns empreendimentos a ter de rejeitar novas marcações para agosto.

“Estamos a começar a rejeitar pessoas, porque as camas estão ocupadas. Logo que começámos a divulgar as pessoas aderiram logo”, afirmou à Lusa Cristian Rodrigues, responsável por um dos primeiros hostels a abrir portas na cidade de Ponta Delgada, na ilha de S. Miguel.

A funcionar desde junho, o Hostel 3/4, um projeto das jovens empresárias Catarina Ferreira e Ana Pedro, dispõe de três quartos, cozinha, casa de banho e sala comum, variando o custo da estadia por noite e por pessoa entre os 15 e os 35 euros.

“É um espaço muito aconchegante, muito pequeno e cuidado por nós. Tem estilo vintage e é uma casa tradicional açoriana, na ilha de S. Miguel e muito bonita”, disse Cristian Rodrigues, acrescentando que o hostel procura ser também um espaço de lazer, convívio e onde decorrem diversas atividades, tais como exposições, cinema e concertos.

Cristina Rodrigues adiantou que na maior cidade do arquipélago, Ponta Delgada, já abriram mais dois hostels este ano, havendo ainda “condições para abrirem mais, dada a grande procura” por este tipo de alojamento, “numa época em que há pouco dinheiro para gastar”.

“Até ao momento temos tido mais estrangeiros do que portugueses. Durante o verão a ilha de S. Miguel recebe bastante turismo. Temos tido pessoas da Áustria, Itália, Alemanha, Suíça, Espanha e também alguns portugueses, mas maioritariamente pessoas de fora”, adiantou o responsável.

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