Telecomunicações

NOS define plano para a igualdade a implementar até 2021

Miguel Almeida, CEO da NOS
Fotografia:  Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens
Miguel Almeida, CEO da NOS Fotografia: Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens

Em 2018 a NOS tinha como colaboradores 59% de homens e 41% de mulheres. Na gestão e na direção, a grande maioria dos colaboradores (70%) eram homens.

A NOS definiu um conjunto de medidas no âmbito de um plano de ação para a igualdade de género a aplicar na totalidade das empresas do grupo entre 2019 e 2021, foi hoje comunicado à CMVM.

Num documento enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a operadora de telecomunicações indica que o plano de ação para a igualdade assenta em três eixos: estratégia, recursos humanos e comunicação.

Entre as medidas, a NOS compromete-se a revelar anualmente dados estatísticos sobre o recrutamento bem como a analisar indicadores relativos à igualdade de género e a realizar um estudo sobre as diferenças salariais nas várias áreas.

A operadora de telecomunicações liderada por Miguel Almeida pretende ainda assegurar uma política de remunerações e gestão de carreiras assente em critérios meritocráticos bem como promover formas de conciliação entre a vida profissional, familiar e pessoal, como permitir aos colaboradores a participação nas iniciativas escolares dos filhos e analisar iniciativas de trabalho mais flexível.

Em relação aos benefícios, a NOS diz que vai continuar a proporcionar o acesso a planos de saúde familiar “vantajosos” bem como a garantir o pagamento de retribuição variável aos colaboradores ausentes em licença de maternidade ou paternidade.

O processo de implementação das medidas e princípios previstos no plano será monitorizado e avaliado anualmente e as conclusões apresentadas ao Conselho de Administração.

No documento, a empresa apresenta dados sobre a diversidade de género que mostram que em 2018 a empresa tinha como colaboradores 59% de homens e 41% de mulheres.

Na gestão e na direção, a grande maioria dos colaboradores (70%) eram homens.

Entre 2016 e 2018, a Comissão Executiva contava com 83% colaboradores do sexo masculino e apenas 17% do feminino, enquanto no Conselho de Administração o peso dos homens era de 75% contra 25% de mulheres.

No mesmo período, 59% das promoções funcionais foram dirigidas acolaboradores do sexo masculino e 41% a mulheres.

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