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Novabase reúne-se em assembleia-geral no dia 4 de maio com dividendos na agenda

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Os acionistas da Novabase reúnem-se a 4 de maio para deliberar sobre o pagamento de um dividendo de 15 cêntimos por ação

Os acionistas da Novabase reúnem-se no dia 4 de maio para deliberar sobre o pagamento de um dividendo de 15 cêntimos por ação e a compra e venda de ações próprias, anunciou a tecnológica portuguesa.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Novabase adianta que estarão em discussão na assembleia-geral de 04 de maio seis pontos, entre os quais a proposta do pagamento de um dividendo de 15 cêntimos por ação e a deliberação sobre a aquisição e alienação de ações próprias.

“No dia 16 de fevereiro de 2017, o Conselho de Administração da sociedade comunicou a sua intenção de propor à assembleia-geral anual (…) a distribuição aos acionistas de um montante global de 4,7 milhões de euros, correspondente a um montante equivalente a 49,2% do resultado líquido consolidado, traduzindo-se numa distribuição aos acionistas de 0,15 euros por ação, sujeito a aprovação aos acionistas”, refere o comunicado.

Ou seja, que “das reservas livres e resultados transitados constantes da demonstração da posição financeira individual da sociedade sejam pagos aos acionistas 1.190.138,97 euros da rubrica reservas livres e 3.520.070,13 euros da rubrica resultados transitados, num total de 4.710.209,10 euros, correspondendo a 0,15 euros por ação, relativamente ao número total de ações emitidas”, refere a Novabase no documento divulgado pela CMVM.

Além disso, os acionistas irão também deliberar sobre a compra e venda de ações próprias da tecnológica.

A reunião magna irá votar a aquisição pela Novabase, ou quaisquer sociedades dependentes, atuais ou futuras, de ações próprias, incluindo direitos à sua aquisição ou atribuição, sendo que o número máximo de títulos a comprar terá um “limite correspondente a 10% do capital social”.

O prazo para o efeito é de 18 meses e “o preço de aquisição por título oneroso deverá situar-se entre um mínimo de 25% abaixo do valor da média ponderada das médias diárias ponderadas da cotação das ações na Euronext Lisbon durante as 10 sessões de mercado regulamentado imediatamente anteriores à data de aquisição ou à constituição do direito de aquisição ou atribuição de ações, e um máximo de 25% acima desse valor”.

Propõe-se ainda alienar ações, no “correspondente ao lote mínimo que, no momento da alienação, estiver legalmente fixado para as ações da sociedade ou a quantidade inferior suficiente para cumprir obrigações assumidas, resultante da lei ou de contrato”, refere a tecnológica.

A contrapartida da alienação não deverá ser “inferior em mais de 25% à média ponderada das médias diárias ponderadas da cotação na Euronex Lisbon das ações a alienar durante as 10 sessões de mercado regulamentado imediamente anteriores à alienação”.

Entre outros pontos na ordem de trabalhos constam a deliberação sobre o relatório de gestão relativo a 2016 e a apreciação geral da administração e fiscalização da sociedade, bem como deliberar sobre o relatório da comissão de vencimentos sobre a política de remuneração relativa ao ano passado.

 

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