Comércio a retalho

Novos supermercados criam até 7 mil postos de trabalho

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As novas aberturas de lojas e supermercados o ano passado, dos associados da Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED), criaram “5 mil a 7 mil postos de trabalho”, adiantou Gonçalo Lobo Xavier, director-geral da associação.

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O ano passado não nasceram novos hipermercados, mas em contrapartida abriram cerca de 100 supermercados e meia centena de lojas de proximidade, adianta o responsável. Unidades estas que elevaram o número de colaboradores das insígnias associadas da APED para um total de 130 mil.

“Não é indiferente que Portugal esteja a crescer no turismo e que cidadãos estrangeiros estejam a vir para cá viver”, diz Gonçalo Lobo Xavier.

“O modelo de hipermercados tendencialmente não vai ter novas aberturas, é um modelo estabilizado que não sofrerá grandes alterações. A tendência será mais lojas de proximidade para facilitar a vida às pessoas”, antecipa o responsável para este ano.

O ano passado os hipermercados fecharam com uma quota de mercado de 26,3%, os supers com 49,8% (+0,2pp), os discounters (lojas focadas nos descontos) recuaram 0,2 pp, para 15,2%, e outros locais caíram 0,1 pp, para 8,6%.

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