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O que preocupa retalhistas nacionais? Ter stocks para responder a promoções

Vendas a retalho

O estudo de Níveis de Serviço em Supply Chain, promovido pela GS1 Portugal, aponta quais as prioridades do sector de retalho nacional.

O que preocupa os retalhistas nacionais? Em época de promoções ter níveis de serviço otimizados, para garantir os níveis de stock adequados às exigências dos consumidores. Esta é uma das prioridades apontadas na 7ª edição do Estudo de Níveis de Serviço em Supply Chain, promovido pela GS1 Portugal, que envolveu 30 fornecedores, os sete maiores retalhistas e os dois maiores grossistas nacionais.

O correto acondicionamento da mercadoria e o estado em que esta chega ao seu destino – segundo os principais retalhistas nacionais e dos dois maiores grossistas, existem, ainda, dificuldades em receber a mercadoria bem acondicionada, o que traz níveis de ineficiência nas plataformas – e os constrangimentos na faturação, são a segunda e terceira maior preocupação do sector. No que toca à faturação, os retalhistas e grossistas participantes no inquérito online indicam existirem erros de referências em quantidades e/ou preços.

“Os retalhistas e grossistas procuram fomentar a utilização das mensagens eletrónicas no fluxo order-to-cash, mas é ainda uma ferramenta que exige desenvolvimentos tecnológicos dos dois lados da cadeia”, refere a GS1 em nota de imprensa.

A colaboração entre retalhistas e fornecedores nas mais diversas áreas é apontada como uma mais-valia, que poderá beneficiar os dois lados da cadeia, em aspectos que vão desde a calendarização das entregas (minimizando os tempos de espera nas descargas); a rastreabilidade dos produtos através da correta codificação das etiquetas; a disponibilidade do produto (fornecedores apontam a importância do fácil acesso a toda a informação de vendas para uma mais rigorosa previsão da procura); às mensagens eletrónicas para eliminar o elevado número de erros nas faturas ou à sustentabilidade.

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