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O supermercado mais barato perto de si

Subsídio de Natal com corte de 50%
Subsídio de Natal com corte de 50%

A revista da Deco, a Proteste, visitou 578 lojas em todo o país para descobrir qual o
supermercado mais barato por concelho e por distrito, e concluiu que
os preços mais baixos moram nas lojas dos Mosqueteiros e do Continente.

No concelho de Lisboa, o supermercado mais barato é o Continente Bom Dia da Rua Agostinho Neto, no Lumiar. Em relação ao distrito de Lisboa, o supermercado mais em conta é o Intermarché em Famões.

No Porto, o Continente do Dolce Vita Antas, ganha o prémio de mais em conta na cidade, e o Jumbo de Rio Tinto foi considerado o mais barato do distrito.

A revista analisou 64 950 preços para 3 cabazes: um com 100 produtos de características definidas, destinado a quem privilegia as marcas do fabricante; outro com 81 produtos, a pensar em quem escolhe o mais barato; e outro com 59 produtos apenas de marca própria das superfí­cies (marca do distribuidor).

O simulador pode ser encontrado em:

http://www.deco.proteste.pt/supermercados/supermercados-qual-o-mais-barato-s655721.htm

Para encher o carrinho do cabaz 1, a Proteste encontrou cinco vencedores com o título de campeão dos preços mais baixos: quatro do grupo Os Mosqueteiros (Ecomarché, de Vila Pouca de Aguiar, e Intermarché de Ferreiras, Portalegre e Torres Novas) e um Continente Modelo, de Esposende”, explica.

A segunda posição é ocupada por cinco lojas dos Mosqueteiros, acompanhadas por um Continente e outro Continente Modelo.

Mais três lojas do Intermarché arrebatam a terceira posição, acompanhadas pelo Jumbo, de Rio Tinto.

Na guerra dos preços baixos, a Proteste diz que os preços mais baratos se encontram no norte e centro de país, enquanto que no sul os preços são mais elevados.

“Dos 50 supermercados mais baratos, apenas 12 moram no sul”, destaca.

A Deco Proteste adverte para o facto de os consumidores, ao comparem na loja certa, poderem poupar centenas de euros no seu orçamento, dando como exemplo, para uma despesa mensal de 150 euros na cidade de Lisboa, “quem comprar no Japão, na rua Morais Sarmento, gasta mais 404 euros por ano do que se escolhesse o Continente Bom Dia, na rua Agostinho Neto.

No confronto por cadeias, as diversas insígnias do Continente e Ecomarché “arrasam a concorrência no cabaz 1”, sublinha o comunicado.

A cadeia Ecomarché lidera isoladamente no cabaz 2, sendo a melhor opção.

Por sua vez, para o cabaz 3, as marcas próprias das diferentes cadeias não apresentam “uma grande diferença de preços”, mas, mesmo assim, o Pingo Doce e o Continente são os líderes.

“Os produtos com marca do distribuidor permitem, em média, uma poupança de 30% em relação às marcas do fabricante”, segundo o comunicado.

A poupança ascende a 38% na cadeia Minipreço, mas fica-se pelos 26% nas lojas Supercor, esclarece.

Com Lusa

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