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Oi reage a Pharol. Comunicação da ação foi “temerária e oportunística”

Fotografia: REUTERS/Paulo Whitaker
Fotografia: REUTERS/Paulo Whitaker

Operadora brasileira reagiu ao anúncio de que a acionista Pharol tinha avançado com ação onde pede mais de 2 mil milhões de indemnização

“A Oi não tem conhecimento da ação judicial em questão, não tendo recebido citação pela justiça Portuguesa. A Oi não comenta discussões judiciais e considera leviana, temerária e oportunista a divulgação prematura que foi realizada.”
Foi a reação da operadora brasileira ao anúncio de que a Pharol tinha dado entrada com uma ação onde pede uma indemnização de mais de 2 mil milhões de euros por falhas de informação, durante o processo de combinação de negócio entre as duas empresas que culminou na venda da PT Portugal.
Uma ação que surge depois de a justiça portuguesa não ter aceite a providência cautelar da Pharol para o arresto de bens da Oi.
A venda da PT Portugal a Altice representou um encaixe de 5,4 mil milhões de euros para a Oi, que a braços com dívida de mais de 64 mil milhões de reais, entrou posteriormente num processo de recuperação judicial.
O processo, desenhado sem intervenção dos acionistas, culminou com um acordo com credores, que através de troca de dívida por capital, ficaram com cerca de 70% da empresa, levando a forte diluição da posição dos atuais acionistas, entre as quais a Pharol que, de mais de 20%, passou a deter 7%.
O processo gerou uma guerra legal entre acionista e operadora, da qual esta ação é mais um passo.
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