Tecnologia

Oracle abre centro de desenvolvimento no Porto em julho e recruta 100 pessoas

Oracle
Foto: REUTERS/Mike Blake

Empresa vai ocupar espaço de mil metros quadrados no centro empresarial Leonesa, na Leça do Balio. Valor do investimento não foi revelado.

A Oracle vai reforçar a presença em Portugal com a criação de um centro de desenvolvimento no Porto. A abertura está prevista para julho e a tecnológica espera contratar 100 profissionais nos primeiros doze meses.

“O nosso objetivo é focarmo-nos na inovação e no uso da tecnologia e dos serviços para a área do retalho. Estes profissionais que queremos atrair localmente, temos ali universidades de muita qualidade, vão operar para toda a Europa, Médio Oriente e África (EMEA). Será um centro para suportar inovação tecnológica e de serviços para área de retalho para toda a EMEA”, disse Bruno Morais, diretor-geral da Oracle Portugal durante um encontro com a imprensa.

“Pretendemos beneficiar da cultura tecnológica que temos no Porto”, acrescentou.

O responsável diz que as contratações já arrancaram e que não foi fácil contratar a equipa inicial – o número não foi revelado – com a qual o centro de desenvolvimento vai abrir.

“Estamos a focar-nos em atrair e reter talento. Perceber quais são os diferenciadores que a Oracle consegue dar, a questão salarial, questão dos benefícios e que outro tipo de valor uma organização como a Oracle pode fazer. O facto de sermos empresa que opera globalmente e está há 30 anos em Portugal, permitir trabalhar se calhar perto de casa e operar para uma região da EMEA, são factores diferenciadores”, explicou.

A empresa está à procura de programadores, analistas e gestores de projeto. O facto de haver várias universidades perto do Porto foi um factor determinante para a casa-mãe fazer este novo investimento a Portugal.

“Já operávamos em Lisboa, queríamos escolher uma segunda cidade. O porto além de talento local, tem inúmeras faculdades à volta com bastantes skills face àquilo que procuramos e a localização do Porto, muito central relativamente à EMEA, tem voos para todas as cidades para onde vai operar. Sempre que for preciso deslocar as pessoas, também se torna mais fácil”, disse Bruno Morais.

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