Mobilidade partilhada

Órbita garante não ter recebido “qualquer comunicação formal” da EMEL

Jorge Santiago é o CEO da Orbita Bikes
(Tony Dias/Global Imagens)
Jorge Santiago é o CEO da Orbita Bikes (Tony Dias/Global Imagens)

Empresa de Águeda reage em comunicado às notícias relativas à intenção da EMEL de rescindir contrato do sistema GIRA

A Órbita reconhece que “existem problemas na conclusão do projeto das GIRA e na sua operação” e diz-se disposta a assumir a sua quota-parte de responsabilidade. “Mas jamais aceitaremos ser o bode expiatório de um problema que tem mais responsáveis e é mais complexo do que transparece”, diz a empresa em comunicado. No qual começa por frisar que “ainda não recebeu qualquer comunicação formal por parte da EMEL” relativa à intenção de rescisão do contrato.

“É com enorme surpresa que a Órbita sabe da rescisão do contrato por parte da EMEL, uma vez que esta tem em seu poder uma proposta formal de resolução da situação. Essa proposta garante a conclusão do projeto em curto espaço de tempo e passa pela substituição da empresa sub-contratada pela Órbita para proceder à operação logística do sistema e à reparação das bicicletas, cujo fraco desempenho foi motivo de insatisfação para todas as partes envolvidas. Esta solução era do total conhecimento da EMEL, que participou ativamente nas negociações”, pode, ainda, ler-se no comunicado.

A empresa, presidida por Jorge Santiago, usa este meio para “agradecer publicamente a todos os colaboradores do grupo”, e diz-se orgulhosa do “sistema inovador e prático” que colocou ao serviço dos lisboetas e que foi “muito bem acolhido” pelos utilizadores. “É um sistema criado por uma pequena empresa portuguesa, numa fase difícil dos seus mais de 48 anos de existência, em parceria com um conjunto de fornecedores dedicados, quase todos nacionais”, destaca, sublinhando que continuará a agir “de forma pró-ativa e de boa fé” para “acautelar todos os interesses envolvidos, incluindo os da EMEL e dos utilizadores do sistema”.

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