Dinheiro Vivo TV

Porto de Setúbal: Acordo garante fim da greve às horas extraordinárias

A carregar player...

Acordo entre SEAL e Operestiva garante integração imediata de 56 trabalhadores efetivos no Porto de Setúbal.

O sindicato dos estivadores SEAL e a operadora do Porto de Setúbal Operestiva acabam de assinar um acordo que garante a integração imediata de 56 trabalhadores efetivos. Com esta assinatura, cessa de imediato a greve às horas extraordinárias neste porto e também termina a paragem dos trabalhadores eventuais. A curto prazo, está aberta a contratação efetiva de mais 10 a 37 trabalhadores eventuais, conforme o volume de cargas.

“O acordo assinado levanta todas as formas de luta em Setúbal”, anunciou António Mariano, dirigente do SEAL, em conferência de imprensa no Ministério do Mar, em Lisboa. O movimento normal no Porto de Setúbal poderá ser retomado a partir de sábado, conforme os movimentos de carga que vierem a ocorrer no local.

O documento assinado pelo SEAL e pela Operestiva também prevê a fixação de “regras de gestão do trabalho de todos os estivadores do Porto de Setúbal”, salientou a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, na conferência de imprensa.

Da parte da Operestiva, o administrador Diogo Marecos assegurou: “se as cargas portuguesas que estavam em Espanha voltarem a Portugal vamos contratar mais pessoas”.

O Porto de Setúbal estava virtualmente parado desde a tarde de 5 de novembro, altura em que os estivadores precários recrutados diariamente pela empresa de trabalho portuário Operestiva decidiram deixar de aparecer.

Antes disso, estava já em curso uma greve ao trabalho extraordinário, cumprida pelos poucos efetivos que servem os terminais da infraestrutura. Nos dois terminais afetados – o da Autoeuropa, gerido pela empresa Navipor, e o de contentores, da Sadoport, gerido pela empresa Yilport – havia ao todo dez contratos a termo para 90 trabalhadores eventuais, habitualmente chamados pela Operestiva – detida pela Yilpor e Navipor.

(Notícia atualizada às 13h14 com mais informação)

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
REUTERS/ Phil Noble

Empresas temem que brexit obrigue a despedimentos

Fotografia: Carlos Manuel Martins/Global Imagens)

Mais de 90% das famílias ganham com novas tabelas de IRS, mas pouco

Luís Manuel Moreira de Campos e Cunha, economista português, que foi Ministro das Finanças de Portugal, entrevistado da TSF.
Luís Manuel Moreira de Campos e Cunha
(Gerardo Santos / Global Imagens)

Luís Campos e Cunha: “A geringonça, do ponto de vista político, acabou”

Outros conteúdos GMG
Conteúdo TUI
Porto de Setúbal: Acordo garante fim da greve às horas extraordinárias