Porto de Setúbal

Porto de Setúbal: Negociações do contrato coletivo prolongadas uma semana

(Carlos Santos/Global Imagens)
(Carlos Santos/Global Imagens)

Estivadores e associações patronais tinham 75 dias para chegar a um acordo no porto que serve empresas como a Autoeuropa e a Secil.

Vão ser prolongadas em uma semana as negociações entre o sindicato dos estivadores SEAL e as associações patronais para a criação de um contrato coletivo de trabalho no Porto de Setúbal. O anúncio foi feito esta sexta-feira pelo líder do sindicato, António Mariano, numa publicação na Internet. O acordo para a criação do contrato coletivo deveria ter ficado fechado no final da semana passada, 75 dias depois do acordo para integração imediata de 56 trabalhadores efetivos.

“As negociações têm decorrido a bom ritmo, mas em virtude de uma das associações patronais não ter disponibilidade de agenda nesta que poderia ser a última semana de negociações, será agendada a continuidade das negociações durante a próxima semana, sendo que a Direção do SEA apenas se pronunciará sobre os resultados finais que vierem a ser alcançados”, refere a publicação feita no blog do SEAL.

O sindicato dos estivadores SEAL e a operadora do Porto de Setúbal Operestiva assinaram no dia 14 de dezembro um acordo para garantir a integração imediata de 56 trabalhadores efetivos e, a curto prazo, a integração de mais 10 a 37 estivadores eventuais, conforme o volume de cargas.

Este acordo, mediado pela ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, permitiu cessar a greve às horas extraordinárias neste porto e terminou também a paragem dos trabalhadores eventuais.

Nos dois terminais afetados – o da Autoeuropa, gerido pela empresa Navipor, e o de contentores, da Sadoport, gerido pela empresa Yilport – havia ao todo dez contratos a termo para 90 trabalhadores eventuais, habitualmente chamados pela Operestiva – detida pela Yilpor e Navipor.

 

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