estudo

Porto é a cidade portuguesa favorita para franchisings

Porto.

Invicta bate a capital e Faro no que toca à primeira escolha dos empresários e empreendedores do setor para expandirem o seu negócio.

Na altura de escolher onde expandir uma rede de franchising em Portugal, a cidade do Porto aparenta ser o melhor sítio para o fazer. A Invicta é o distrito do país que os empreendedores e empresários de franchising consideram prioritário para a expansão das suas redes, reunindo 6,7% das preferências. Seguem-se Lisboa e Faro, com 6,4% e 6,1%, respetivamente.

Esta é uma das conclusões do 22.º Censo do Franchising, realizado pelo Grupo IFE (International Faculty for Executives) em parceria com o ISCTE, que diz, em comunicado, que “o Porto sempre foi economicamente mais representativo do que a capital. É o setor dos serviços que mais espaço tem ganho na Área Metropolitana do Porto (AMP), concentrando quase metade do emprego e 59% do volume de negócios da região, com a AMP a representar 15% da balança comercial nacional”.

No mesmo estudo ficou também comprovada a expansão do setor: em 2016, o franchising representou 2,79% do PIB nacional, com um volume de negócios de 5,2 mil milhões de euros e 117.450 postos de emprego, que correspondem a 2,55% do emprego em Portugal. No mesmo ano nasceram operavam ainda 574 marcas, mais 36 do que em 2015.

Entre as diferentes vertentes do setor, a dos serviços continua a ser a mais abrangente, representando 57,3% dos conceitos. “O segundo setor mais representado é o Comércio com 29,4%, tendo subido 0,24%, revelando uma tendência de crescimento que acompanha a evolução a que se tem assistido nesta área de negócios no contexto económico nacional. Apurou-se também um crescimento de 1,24% no setor da restauração, ao qual pertence 13,2% dos negócios em franquia”, informa o Grupo IFE.

No que toca ao investimento, são as apostas mais cautelosas que predominam: Cerca de 47% do investimento total foi de negócios que rondam os 25 mil euros. No entanto, o escalão que mais cresceu foi do investimento entre os 50 100 mil euros, que passou de 12,6% em 2015 para 17,7% em 2016.

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