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Prio vai investir 11,5 milhões em mobilidade elétrica até 2025

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A Prio tem uma estratégia de investimento que pretende cumprir até 2025, para impulsionar a renovação de meios e materiais disponibilizados.

A Prio anunciou que vai investir 11,5 milhões de euros em mobilidade elétrica até 2025 e pretende instalar ainda este ano o primeiro posto ‘ultra-fast-charge’ para carros elétricos, em Cascais.

De acordo com um comunicado enviado às redações, a energética tem uma estratégia de investimento de 11,5 milhões que pretende cumprir até 2025, para impulsionar a renovação de meios e materiais disponibilizados e atualizar a tecnologia da rede, no âmbito da mobilidade elétrica.

Ainda este ano, está prevista a instalação do primeiro posto ‘ultra-fast-charge’ para carros elétricos, em Cascais, com uma potência sete vezes maior do que os postos rápidos já existentes no país.

Esta é, segundo a Prio, uma das vertentes mais relevantes deste investimento.

“Além de expandir a rede de carregadores para 300 postos de abastecimento num prazo de cinco anos, a Prio prevê, ainda em 2020, instalar em Cascais um posto ‘ultra-fast-charge’, que tem uma potência sete vezes maior que os postos rápidos já existentes em todo o país”, lê-se na mesma nota.

A empresa afirma ter a maior rede de postos de carregamento elétrico em espaço privado de Portugal, com 40% de veículos elétricos no país a terem o cartão Prio Electric e a sua rede de carregadores elétricos a registar a maior taxa de utilização.

Através de protocolos celebrados com os institutos politécnicos do Porto, Coimbra, Leiria, Lisboa e Setúbal, foram também criados cinco Prio Lab, com o objetivo de fomentar o “contacto próximo dos estudantes com as tecnologias da mobilidade elétrica, dotando-os das competências necessárias para que possam contribuir para a otimização desses produtos e serviços”, acrescenta a empresa.

O Governo aprovou em 2019 um Roteiro para a Neutralidade Carbónica, que prevê que até 2050 Portugal consiga reduzir em 90% as suas emissões de gases com efeito de estufa, face aos níveis de 2005, com os restantes 10% a serem capturados por sumidouros naturais (solo e floresta).

Para tal, entre várias outras medidas, o plano contempla a introdução de mais carros elétricos no parque automóvel do país.

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