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Prozis vai criar 1600 empregos no norte do país

Porto, 25/09/2015 -  Miguel Milhão começou do zero há sete anos e meio, com uma garagem na Póvoa do Lanhoso, e expandiu-se rapidamente para toda a Europa, depois para o Brasil e agora vende para todo o mundo. Hoje a empresa tem mais de 230 funcionários e fatura mais de 40 milhões de euros.

Miguel Milhão, fundador da Prozis.
(Carlos Santos Silva / Global Imagens)
Porto, 25/09/2015 - Miguel Milhão começou do zero há sete anos e meio, com uma garagem na Póvoa do Lanhoso, e expandiu-se rapidamente para toda a Europa, depois para o Brasil e agora vende para todo o mundo. Hoje a empresa tem mais de 230 funcionários e fatura mais de 40 milhões de euros. Miguel Milhão, fundador da Prozis. (Carlos Santos Silva / Global Imagens)

A empresa portuguesa, que espera fechar o ano nos 120 milhões de euros, está a apostar na expansão para dar resposta à procura.

A portuguesa Prozis, que se apresenta como líder europeia na venda online de suplementos alimentares, prevê a contratação de 1200 trabalhadores no centro de Investigação e Desenvolvimento, a abrir na Maia, e a criação de mais 400 empregos com a construção de uma nova fábrica na Póvoa do Lanhoso.

“Estamos a contratar pessoas a um ritmo de 30 por mês”, disse Miguel Milhão, acionista maioritário da Prozis, ao Jornal de Negócios, esta quinta-feira. Para dar vazão à procura, o grupo vai reforçar o seu centro produtivo na Póvoa do Lanhoso e instalar um novo centro tecnológico na Maia. O investimento orçado em 35 milhões de euros prevê a contratação de 1600 pessoas.

António Silva Tiago, presidente da Câmara Municipal da Maia, adiantou que já está em curso o processo de recrutamento para entrada imediata de 300 colaboradores, nomeadamente das áreas da programação e dos sistemas informáticos. O autarca confidenciou até ao mesmo jornal que “se tudo correr bem”, o projeto vai criar na Maia uma “Cidade Prozis”.

 

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