PRR. Operadores defendem financiamento público de redes de nova geração

A consulta pública do PPR de Portugal termina esta segunda-feira. O PRR prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, num total de 13,9 mil milhões de euros em subvenções.

A Apritel defende a inclusão de financiamento público de redes de nova geração em zonas do país, em que só por si não atraiam investimento privado, no Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) para Portugal. Essa possibilidade, diz a associação que representa os operadores de telecomunicações, está prevista em mercados como Espanha ou Alemanha.

"No âmbito da consulta pública em vigor, a Apritel defende a revisão do PRR de forma a incluir uma componente adicional no pilar da transição digital, de financiamento público de redes de nova geração em locais que não atraem por si só o investimento privado. É o que o Mecanismo de Recuperação e Resiliência Europeu prevê e que está a ser feito em países como Espanha, França, Itália ou a Alemanha", afirma a associação em comunicado enviado às redações.

"A solução para assegurar a cobertura plena da população deve passar por um mapeamento detalhado das zonas e a alocação de investimento público à sua cobertura, em articulação com políticas equilibradas de incentivo ao investimento dos operadores", refere ainda.

A consulta pública do PPR de Portugal termina esta segunda-feira. O PRR prevê 36 reformas e 77 investimentos nas áreas sociais, clima e digitalização, num total de 13,9 mil milhões de euros em subvenções, podendo ainda recorrer a empréstimos a uma taxa de juro muito baixa.

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