PT deixa de ser prestador do serviço universal. Para clientes de telefone fixo “nada muda”

PT mantém preços
PT mantém preços

A PT Comunicações vai deixar a partir de 1 de junho de ser a prestadora do serviço universal do telefone fixo, mas garante a operadora "para os seus clientes nada muda".

“Os atuais clientes da PT Comunicações não vão sentir nenhuma alteração nas condições dos seus serviços prestados nem nos tarifários contratados”, informa a PT em comunicado, salientando que reformados e pensionistas “vão manter as condições atuais de 50% de desconto na assinatura da linha telefónica analógica, desconto esse no valor de 7,79 euros”. Mais, lembra, a PT disponibiliza “serviços adaptados às necessidades dos cidadãos com deficiência”, serviços que se irão manter gratuitos.

Até quando serão mantidos os tarifários e os serviços nas mesmas condições a PT não precisa. “Não há nada que preveja qualquer alteração”, disse apenas fonte oficial da operadora quando contactada pelo Dinheiro Vivo.

Leia também: NOS passa a prestar o serviço universal a partir de 1 de junho

A NOS foi a operadora que ganhou o concurso para o serviço universal de rede fixa, sendo a partir de domingo o novo prestador deste serviço. Ontem a Anacom lembrou que para se manterem no serviço universal, com as condições reguladas pelo regulador, os clientes terão de contactar a NOS. É que findo o contrato com a PT a operadora liderada por Henrique Granadeiro não tinha qualquer obrigação de manter os atuais preços dos serviços prestados, o que agora a empresa diz que irá fazer.

No âmbito do concurso a PT Comunicações continua a assegurar o serviço de postos públicos e de listas telefónicas a partir de junho.

(informação atualizada às 17h50 com informação sobre o tempo de manutenção das condições dos tarifários e serviços pela PT)

Comentários
Outras Notícias que lhe podem interessar
Hoje
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho (D), e o secretário de Estado do Emprego, Miguel Cabrita (E). Fotografia: MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Salário mínimo de 635 euros? Dos 617 dos patrões aos 690 euros da CGTP

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

concertação

Governo sobe, sem acordo, salário mínimo até 635 euros em 2020

Outros conteúdos GMG
PT deixa de ser prestador do serviço universal. Para clientes de telefone fixo “nada muda”