Telecomunicações

“Que nenhuma empresa se deixe de instalar no interior por falta de 5G”

epa08111121 A 5G sign is displayed at the Samsung booth during the 2020 International Consumer Electronics Show at the Convention Center in Las Vegas, Nevada, USA, 07 January 2020. The annual CES which takes place from 7-10 January is a place where industry manufacturers, advertisers and tech-minded consumers converge to get a taste of new innovations coming to the market each year.  EPA/ETIENNE LAURENT
epa08111121 A 5G sign is displayed at the Samsung booth during the 2020 International Consumer Electronics Show at the Convention Center in Las Vegas, Nevada, USA, 07 January 2020. The annual CES which takes place from 7-10 January is a place where industry manufacturers, advertisers and tech-minded consumers converge to get a taste of new innovations coming to the market each year. EPA/ETIENNE LAURENT

A consulta para o leilão para o 5G está a decorrer. O mesmo deverá acontecer em abril e implicar um encaixe mínimo de 238 milhões para Estado.

“Não queremos que nenhuma empresa se deixe de instalar no interior por falta de 5G”, disse Alberto Souto de Miranda, secretário de Estado das Comunicações.

“É realista termos duas cidades cobertas com 5G, mas isso também acrescenta pouco, ao fazermos isso estamos a cumprir com o calendário europeu de ter uma cidade coberta em 5G, mas o mais importante é o que acontece nessa cidade de diferente a partir do momento que é coberta por 5G. Esse é que é o desafio não só das cidades, mas de todas as empresas”, referiu o responsável do Governo à margem da inauguração do novo equipamento de tratamento postal dos Correios em Cabo Ruivo.

O Governo já anunciou a estratégia nacional para o 5G onde definiu que até ao final do ano pretende duas cidades, um delas no interior, estejam ligadas com a quinta geração de comunicações móveis.

Leia ainda: 5G. Novos operadores com desconto de 25% na compra de espetro

Esta segunda-feira a Anacom anunciou os contornos do regulamento para o leilão do 5G, que deverá acontecer em abril. Com a venda das frequências, o Estado espera um encaixe mínimo de 237,9 milhões de euros.

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